terça-feira, abril 30, 2013


Advogada evangélica denuncia projeto de erotização infantil

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Advogada evangélica denuncia projeto de erotização infantil

Imagem: Reprodução (Vídeo)A advogada Damares Alves, pastora e assessora jurídica da Frente Parlamentar Evangélica, realizou uma palestra na 1ª Igreja Batista em Campo Grande (MS) denunciando diversos projetos políticos que ameaçam as crianças, a família e a igreja.
Damares, que também é professora, mostrou diversos projetos voltados para crianças com o objetivo de influenciá-las sexualmente. Além da parte sexual, ela fez um alerta sobre o consumo de drogas.

Imagem: DivulgaçãoAo dar início a sua palestra, ela avisou: “A igreja evangélica brasileira passa por grandes desafios”, dizendo que enquanto a igreja se preocupa com riquezas há pessoas que estão tentando influenciar as crianças com o intuito de destruir a infância e ensinar a homossexualidade e a erotização.
As denúncias da advogada estão sendo divulgadas pelas redes sociais e causando revolta em pais de todas as religiões, pois os materiais incentivando o sexo entre crianças de 10 anos já foram distribuídos em diversas escolas espalhadas pelo Brasil.
“Estão detonando as nossas crianças”, diz ela que em seguida mostra um livro que será distribuído para crianças de dois a três anos de idade que mostra dois príncipes se casando. Há outros materiais que estão tratando com naturalidade a homossexualidade.
Em determinado momento Damares Alves diz que no final de um dos materiais há a indicação de que para tirar dúvidas a respeito do conteúdo do livro é preciso consultar a Comissão de Direitos Humanos e Minorias, o que explica os ataques que o deputado federal Marco Feliciano vem sofrendo, já que ele é contra todos estes projetos.
Outros assuntos são tratados na palestra, como aborto e manipulação de informações que tem como objetivo aprovar a interrupção de gravidez.
Fonte: GP

Doação de neonazistas à Catedral de Milão causa polêmica

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Imagem: DivulgaçãoA doação de um grupo neonazista para a reforma da Catedral de Milão gerou polêmica na Itália e virou uma batata quente nas mãos do arcebispo de Milão, Angelo Scola. De acordo com informações do jornal italiano La Repubblica, o grupo “Lealtá Azione”, que doou € 50 à igreja, está envolvido em ataques violentos e defende abertamente “a superioridade da raça branca”.
“É muito grave aceitar a doação de Lealtá Azione”, disse o presidente da associação religiosa ANPI, Roberto Cenati, acrescentando que o fato “significa o reconhecimento e a legitimação da ideologia inspirada abertamente no nazismo e no racismo”. Ele também pediu que a catedral devolvesse imediatamente o dinheiro.
Em sua defesa, o arcipreste da catedral, Antonio Borgonuovo, insiste que foram apenas € 50 e que “não se pode julgar ou filtrar a biografia de cada um dos doadores (…)”, já que a doação foi feita pela internet.
Giacomo Stucchi, um dos mais importantes líderes da Liga do Norte, disse esperar que “o caso seja um descuido”, pois “seria lamentável que os interesses econômicos tenham prevalecido sobre os valores éticos e religiosos”.

Fonte: O Globo

Wagner Moura interpretará um pastor em longa metragem

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DivulgaçãoEm seu novo filme, “Praia do Futuro”, o ator Wagner Moura interpretará um pastor. O longa tem previsão de chegar aos cinemas no segundo semestre deste ano.
Segundo o portal O Fuxico o ator fez treinamentos de salva-vidas com o Corpo de Bombeiros para realizar o personagem. No filme Donato é um pastor fervoroso e salva-vidas que desaparece por 10 anos. A história se passa em Praia do Futuro, localizada no Ceará, e em Berlim capital da Alemanha.
A obra é um trabalho do diretor alemão Karim Aïnouz. O orçamento do filme está estimado em R$6,3 milhões. A trama tem como inspiração personagens famosos como James Bond, Aquaman e Speed-Racer.
O filme foi gravado em 2012 e está em processo de edição, segundo o jornal Diário do Nordeste, o roteiro foi trabalhado durante quatro anos, e contou com mais dois para escolha do elenco e um ano para ensaiar.

Fonte: The Christian Post 

Os drones dos EUA e o prazer de matar por controle-remoto

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Sobre os ‘robôs’ assassinos da CIA: “nosso sofisticado, elegante, inteligente, e desapegado presidente foi enfeitiçado por nossa sofisticada, elegante, inteligente e desapegada máquina de guerra”


Durante o inverno, ouvi comandantes militares e funcionários da Casa Branca murmurarem em voz baixa sobre como eles teriam que criar uma estrutura jurídica e moral para os robôs assassinos voadores que executam alvos ao redor do mundo.
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Os ‘robôs’ da CIA e o fascínio de matar por controle remoto (Foto: Divulgação)
Eles estavam começando a perceber que, embora o público americano aprove o assassinato remoto de terroristas, trata-se de um buraco na alma da democracia destruir pessoas sem nenhum processo devido e pouca preocupação com a perda de inocentes.
Mas eles nunca chegaram a isso, deixando para Rand Paul assumir uma postura mais moral.
Depois de duas guerras sangrentas, intermináveis e onerosas no Afeganistão e no Iraque, a ideia de uma arma de guerra que evitava que qualquer um tivesse que de fato ir à guerra era muito cativante.
Nosso sofisticado, elegante, inteligente, e desapegado presidente foi enfeitiçado por nossa sofisticada, elegante, inteligente e desapegada máquina de guerra.
Em uma entrevista com Jon Stewart no ano passado, o presidente Barack Obama admitiu que estava sob o domínio de uma paixão poderosa.
“Uma das coisas que temos de fazer é criar uma estrutura legal”, disse ele, “e precisamos da ajuda do Congresso para fazer isso e garantir que não só eu seja freado, mas também qualquer presidente o seja.”
O programa secreto de aviões teleguiados dos Estados Unidos, que continuamente rebaixa as exigências para ações letais, transforma o presidente, o diretor da CIA e os conselheiros de contraterrorismo numa câmara de astros que controla a guerra longe das zonas de guerra e que utiliza um bisturi em vez de um martelo, como diz o novo diretor de Langley, John Brennan.
Mas, como Mark Mazzetti do Times observa em seu novo livro, “The Way of the Knife”, “a analogia sugere que este novo tipo de guerra não é isenta de custos ou equívocos – uma cirurgia sem complicações. Não é o caso.”
Mazzetti levanta a questão de saber se a CIA – que já vendeu camisas de golfe com logos do Predator em sua loja de presentes – ficou “tão apaixonada por seus aviões assassinos que deixou de fazer com que seus analistas façam uma pergunta fundamental: até que ponto os ataques teleguiados podem estar criando mais terroristas do que matando?”
Que Mazzetti escreve que Sir Richard Dearlove, o chefe do M16, o Serviço Secreto de Inteligência Britânico, assistiu a um dos primeiros ataques aéreos via satélite em Langley algumas semanas depois do 11 de Setembro. Quando viu um caminhão Mitsubishi no Afeganistão explodir, Dearlove sorriu secamente.
“Isso quase não é justo, não é mesmo?”, perguntou o inglês.
Às vésperas da guerra no Iraque, Donald Rumsfeld e seu círculo íntimo ficaram desgostosos com o fato de a CIA ter descartado suas alegações espúrias de uma ligação entre Saddam e Al-Qaida, então criaram sua própria CIA no Pentágono. Soldados se tornaram espiões.
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Protesto contra o uso de drones no parlamento dos Estados Unidos (Foto: Diivulgação)
Enquanto isso, a CIA estava criando seu próprio Pentágono em Langley, executando a operação paramilitar de aviões teleguiados, em constante expansão. Espiões se tornaram soldados.
Mazzetti escreve que depois de 11 de Setembro, o diretor da CIA se transformou em “um comandante militar executando uma guerra clandestina e global com uma equipe mínima e pouquíssima supervisão”.
Por que a CIA, como perguntou o general James Cartwright quando era vice-presidente do Joint Chiefs of Staff, precisava construir “uma segunda Força Aérea?”
Leon Panetta militarizou ainda mais a CIA e depois fui para o Pentágono. Quando um verdadeiro comandante militar, David Petraeus, tornou-se o espião-chefe em 2011, abraçou o programa de teleguiados, esforçou-se para expandir a frota e conduziu o primeiro assassinato teleguiado de um cidadão norte-americano.
“A agência de espionagem que em 11 de Setembro de 2001 havia sido denunciada como incompetente e avessa ao risco, sob o olhar atento de quatro diretores sucessivos da CIA, havia iniciado uma matança”, escreve Mazzetti.
A CIA tem agora uma base de teleguiados na Arábia Saudita, e tanto o Pentágono quanto a agência de espionagem estão realizando guerras paralelas de teleguiados no Iêmen, cada um lutando por recursos.
E o Pentágono continua sua incursão na espionagem humana. Como W. George Jameson, um advogado que passou 33 anos na CIA, lamentou: “tudo está ao contrário. Há uma agência de inteligência fazendo guerra e uma organização militar tentando reunir informações de inteligência.”
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Crianças vítimas dos ataques de drones no Paquistão (Foto: Divulgação)
Mazzetti observa que a CIA, que brincou de pega-pega durante a maior parte da Primavera Árabe, virou uma esquina perigosa, onde uma nova geração em Langley prefere “a adrenalina de estar na linha de frente”, caçando e matando, ao trabalho mais paciente, tedioso, “suave” de reunir informações e fazer espionagem. Depender de espiões estrangeiros para obter informações de contraterrorismo pode cegá-lo para o que realmente está acontecendo no local.
Ross Newland, um oficial clandestino de carreira, disse a Mazzetti que o fascínio de matar pessoas por controle remoto é “tentador” e que a agência deveria ter desistido do Predators e Reapers há muito tempo. Os robôs da morte transformaram a CIA na vilã em lugares como o Paquistão, disse Newland, onde a missão da agência é supostamente nutrir relações para conseguir informações de inteligência.
Obama, que continuou com quase todos os programas secretos passados por W., claramente se sente forte quando fala sobre assassinatos com alvo definido e considera os teleguiados como uma opção atraente.
Como diz Mazzetti, “questões fundamentais sobre quem pode ser morto, onde se pode matar e quando se pode matar” ainda não foram respondidas ou discutidas publicamente.
Isso quase não é justo, não é mesmo?

Por Maureen Dowd, New York Times

Brasil terá 500 mil novos casos de câncer em 2020

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Brasil terá aumento de 38% em novos casos de câncer até 2020, dizem especialistas

Os novos casos de câncer devem aumentar 38,1% no Brasil ao longo desta década, passando de 366 mil casos diagnosticados em 2009 para mais de 500 mil novos casos em 2020, segundo um artigo assinado por mais de 70 especialistas na revista especializada Lancet Oncology.
O artigo adverte que a América Latina corre o risco de enfrentar um aumento substancial no número de mortes por câncer se não houver uma melhoria no diagnóstico precoce da doença e no acesso a tratamentos pelas populações mais pobres.
Segundo o relatório, há 163 casos de câncer para cada 100 mil pessoas na América Latina, número inferior aos 264 casos por 100 mil habitantes registrados na União Europeia ou os 300 por 100 mil dos Estados Unidos.
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América Latina tem proporcionalmente menos casos de câncer, mas uma taxa de mortalidade maior (Foto: Reprodução)
Apesar disso, a mortalidade na América Latina é muito mais alta, com 13 mortes para cada 22 casos. Nos Estados Unidos, são 13 mortes para cada 37 casos, enquanto na União Europeia são 13 mortes para cada 30 casos.
Segundo os especialistas, o diagnóstico tardio e problemas no acesso a tratamento são as principais causas para a disparidade dos números.
Com o aumento da expectativa de vida na região, além do aumento do poder aquisitivo e da adoção de hábitos verificados em países desenvolvidos, o problema tende a se acentuar, advertem os autores do artigo.
Eles calculam um aumento de 35% na detecção de novos casos de câncer na América Latina e no Caribe entre 2009 e 2020. No Brasil, esse percentual seria de 38,1%.
Apesar de ser similar ao aumento esperado para outros países em desenvolvimento, como China (34,6%) e Índia (33,8%), a proporção é bastante superior à esperada nos Estados Unidos (26,2%), na Grã-Bretanha (15,5%) ou no Japão (15,4%).

Comportamentos de risco

O relatório dos especialistas adverte que os latino-americanos estão adotando cada vez mais comportamentos considerados de risco em relação ao câncer, incluindo vidas mais sedentárias, alimentação menos saudável e consumo maior de cigarros e de álcool.
A exposição das pessoas ao sol sem proteção e a poluição interna gerada pela queima de combustíveis sólidos também são apontados como fatores que devem contribuir para o aumento no número de casos de câncer na região na próxima década.
Os especialistas estimam que até 2030 haverá 1,7 milhões de casos de câncer diagnosticados por ano na América Latina e no Caribe, com mais de 1 milhão de mortes anuais.
“A adoção mais generalizada de estilos de vida semelhantes aos dos países desenvolvidos levará ao rápido crescimento no número de pacientes com câncer, com um peso para o orçamento para o qual os países latino-americanos não estão preparados”, afirma o coordenador da pesquisa, Paul Goss, professor de medicina da Escola Médica de Harvard, em Boston.
“Esse problema crescente do câncer ameaça causar sofrimento generalizado e se tornar um peso econômico para os países da América Latina”, diz.
Segundo ele, “a região está mal preparada para lidar com o aumento crescente na incidência de câncer e as taxas de mortalidade desproporcionalmente altas em comparação com outras regiões do mundo, enfatizando a magnitude do problema do controle do câncer”.

Custos

O relatório estima que o custo total com câncer em todos os países da América Latina chegou a US$ 4,5 bilhões em 2009 (cerca de um terço disso somente no Brasil), comparado com US$ 142,8 bilhões nos Estado Unidos, US$ 11,3 bilhões na Grã-Bretanha, US$ 30,8 bilhões no Japão, US$ 5,8 bilhões na China e US$ 656 milhões na Índia.
Quando considerado o tamanho da população, o custo médio por paciente na América do Sul foi calculado em US$ 7,92 (no Brasil, US$ 8,04). Nos Estados Unidos, os gastos por paciente foram de US$ 460,17, na Grã-Bretanha, de US$ 182,73 e no Japão, de US$ 243,7.
A disparidade diminui quando esses gastos por paciente são analisados em relação ao PIB per capita de cada país, mas ainda assim os custos por paciente como porcentagem do PIB per capita, de 0,12% na América do Sul (0,11% no Brasil) ficam bem abaixo das proporções nos Estados Unidos (1,02%), no Japão (0,60%) e na Grã-Bretanha (0,51%).
Fonte:BBC Brasil

Ruas com nomes de repressores da ditadura já podem ser modificadas

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Lei permite tirar nomes de militares de ruas de São Paulo. Um endereço que já tem projeto para ser modificado é o da Rua Doutor Sérgio Fleury, na Vila Leopoldina, zona oeste. Em seu lugar, entraria Frei Tito, frade católico que foi preso e torturado pelo delegado Fleury

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Fernando Haddad sanciona projeto que permite moradores trocarem nome da rua por meio de abaixo-assinado
As ruas de São Paulo que tiverem o nome de autoridades e políticos com histórico de desrespeito aos direitos humanos poderão mudar de nome. Essa é a proposta de um projeto de lei sancionado pelo prefeito paulistano Fernando Haddad (PT), na última quarta-feira (24).
Até então, uma rua só poderia ter seu nome modificado por lei, quando existisse algum endereço igual ou em casos que expusesse seus moradores ao ridículo.
A partir de agora, moradores podem fazer um abaixo-assinado e solicitar a alteração do nome de alguma via pública. Por exemplo, podem pedir a retirada do nome de uma liderança da ditadura militar (1964-1985) e sugerir a homenagem para outra figura histórica.
Uma das propostas de mudança de endereço é na Vila Leopoldina, na Rua Doutor Sérgio Fleury (delegado paulista que simboliza a repressão do regime militar). Em seu lugar, entraria o nome de Frei Tito, um frade católico que foi preso e torturado pelo delegado Fleury.
O texto sancionado é de autoria dos vereadores Orlando Silva e Jamil Murad (PCdoB). Outro projeto de lei que deve ser aprovado ainda neste semestre é o do vereador Nabil Bonduki (PT). Ele proíbe qualquer nomeação de rua com nomes de autoridades que participaram da ditadura militar.
Fonte: Folha

Padre Marcelo Rossi critica Marco Feliciano: “ele nem deveria estar lá”

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Padre Marcelo Rossi alfineta pastor Marco Feliciano, atual presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias, e diz que é “perigoso esquecer a oração”

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Padre Marcelo Rossi critica atuação do pastor Marco Feliciano (Foto: Divulgação)
Conhecido nacionalmente pelas missas que atraem milhares de pessoas, o padre Marcelo Rossi, de 45 anos, apesar desaprovar a parceria entre poder e religião, não deixa de opinar sobre o cenário político. Em entrevista ao jornal Folha de S. Paulo nesta segunda-feira (29), afirma ser amigo pessoal do deputado federal Gabriel Chalita (PMDB) e não foge quando é questionado sobre a nomeação do pastor evangélico Marco Feliciano (PSC) à presidência da Comissão de Direitos Humanos. “Ele nem deveria estar lá, na minha opinião. A partir do momento em que se diz um pastor, não dá para ser ao mesmo tempo um líder político”, alfineta.
O padre Marcelo Rossi também relata que o próprio Feliciano já tentou provocá-lo. “Ele tentou até me provocar (disse, em uma entrevista, que “padre Marcelo pede dinheiro e nunca se falou nada”). Eu nunca pedi dinheiro. Pelo contrário. O jogo deles é criar guerrilha. A melhor coisa é ficar quieto. A Justiça do mundo pode tardar, mas chega. E credibilidade não se compra. Em 2010, a Folha fez uma pesquisa sobre em quem o brasileiro mais confiava, com 27 personalidades. Estava o Edir Macedo, que ficou lá em 20º (foi o 26º). Fiquei em terceiro lugar. Eram Lula, William Bonner e eu”, aponta.
á sobre o desempenho de Feliciano na Comissão – o parlamentar chegou a propor que as reuniões da Comissão de Direitos Humanos fossem realizadas sem a participação de cidadãos – o padre católico diz que não aprova a associação entre política e religião. “A partir do momento em que se diz um pastor, não dá para ser ao mesmo tempo um líder político. Acho importante ter uma bancada católica, como existe a evangélica. Mas não acho correto padre, bispo, pastor se candidatarem, porque aí estou transformando um púlpito num palanque”, completa.
O padre cita como exemplo o fato do Partido dos Trabalhadores (PT) ter surgido de discussões das Comunidades Eclesiais de Base (CEBs). “O PT surgiu da CEB. Então, que não politize. O perigo é esse: cair na política. A Igreja Católica é apartidária, pelo menos deve ser. Os evangélicos, às vezes, determinam em quem votar. Estamos voltando à Idade Média, o período mais terrível e negro da igreja”, defendeu.

Polêmica com homossexuais

Acusado de racismo e homofobia por representantes de movimentos sociais organizados, o presidente da Comissão de Direitos Humanos, o pastor Marco Feliciano (PSC), tem uma relação polêmica com grupos minoritários. O padre Marcelo Rossi declarou que é contra o casamento gay, mas seu discurso foi mais ameno do que seu “companheiro de cristianismo”. “A palavra de Deus é clara: Deus criou o homem e a mulher. A igreja acolhe o pecador, mas não o pecado. Não vai poder legitimar o casamento entre homossexuais. Mas acolhe com carinho”.
Fonte: O Dia

Estuprada por adolescente, jornalista é contra a redução da maioridade penal

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Jornalista foi estuprada por um garoto menor de idade. Experiência tão traumática, entretanto, não a transformou em defensora da redução da maioridade penal

O principal argumento dos defensores da redução da maioridade penal pode ser sintetizado em uma frase: “Queria ver se fosse com você”.
Pois foi com a jornalista Luiza Pastor, 56, casada e mãe de uma menina. Com apenas 19 anos, Luiza, ainda estudante da USP, foi estuprada por um garoto menor de idade. Experiência tão traumática, entretanto, não a transformou em defensora da redução da maioridade penal.

Eu fui estuprada por um menor de idade e sou contra a redução da maioridade penal.
Era o ano de 1976 e eu, estudante ainda, trabalhava como secretária de um pequeno escritório em um prédio cheio das medidas de segurança ainda novas para a época –crachás, catracas de acesso, registro de documentos na entrada e montes de seguranças fardados, espalhados pelo saguão.
A porta do escritório estava aberta, à espera de alguém que havia marcado de vir na hora do almoço. O menino entreabriu a porta, perguntou alguma coisa, aproveitou para espiar e confirmar que só estava eu no local, e daí a pouco retornou, revólver em punho, fechando a porta atrás de si.
“Tire a roupa”, foi tudo o que ele disse, apontando a arma. E eu, morta de medo, obedeci.
Era óbvio que ele era muito novo, subnutrido provavelmente, a arma tremia em suas mãos. A única coisa que eu conseguia pensar era que não devia reagir. Aguentei a humilhação e a violência do estupro, chorando de raiva e vergonha, mas finalmente tudo acabou e ainda estava viva.
Ele me mandou ficar dentro do banheiro e sumiu, depois de ter escondido minhas roupas e levado uma pulseira de ostensiva bijuteria, além dos trocados para o ônibus.
jornalista redução maioridade penal
Jornalista Luiza Pastor, estuprada nos anos 1970 por um menor de idade (Foto: Marlene Bergamo/Folhapress)
A certa altura que considerei segura, me atrevi a sair. Um segurança do prédio, que havia visto a porta trancada com a chave do lado de fora e estranhou, veio perguntar se estava tudo bem. Não, não estava, explodi, gritei e, chorando, larguei tudo aberto e fui embora, em busca do colo de minha mãe.
Não, não fiz boletim de ocorrência, muito menos exame de corpo de delito. Eram tempos bicudos em que, estudante de jornalismo na USP, tinha mais medo da polícia que do bandido, por pior que ele fosse. Fiz os exames necessários no meu médico e me preparei para ir embora do Brasil para uma longa temporada.

JUSTIÇA x JUSTIÇAMENTO

Dias depois, chegou em casa uma intimação para que fosse identificar um suspeito, um certo P. S., detido a partir de denúncia feita pelos seguranças do prédio. Na delegacia, ao lado de meu pai, ouvi barbaridades sobre a ficha corrida do garoto.
Egresso de várias detenções, tinha o estupro por atividade predileta, mas sempre se safara. Filho de mãe prostituta e pai desconhecido, havia sido criado pela avó, uma senhora evangélica que tentara salvar-lhe a alma à custa de muitas surras. Era óbvio que algo havia dado muito errado no processo.
Enquanto o delegado nos contava tudo aquilo, outro policial entrou na sala e mandou a pérola: “Ah, de novo esse moleque? Esse não adianta prender, que o juiz manda soltar, o melhor é a gente deixar ele escapar e mandar logo um tiro. Vocês não acham?”
Não, eu não achava. Eu tinha claro que a vítima, ali, era eu. Que, se tivesse tido ferramenta, oportunidade e sangue frio, eu teria gostado de poder matar o safado que me violentara –e dormiria tranquila o resto da vida. Mas tinha mais claro ainda que a vingança que meu sangue pedia não cabia à Justiça, muito menos àquele que pretendia descontar no criminoso sua própria impotência.
Recusei-me a depor; nada mais disse. Eles não precisavam de mim para condená-lo; já tinham acusações suficientes e não me deram maior importância. Ainda me chamaram de covarde, por me discordar de um justiçamento.
E insinuaram que, se eu tinha pena dele, era porque, vai ver, tinha até gostado. Não preciso dizer do alívio que senti ao embarcar, dois dias depois, para fora deste país.
Nunca soube que fim levou o criminoso, nem quero saber. Não me sinto mais nobre ou generosa pelo que fiz, mas apenas cidadã que raciocina sobre a vida real.
Toda vez que ouço alguém defender a redução da maioridade penal como solução para o crime de menores, me lembro daquele P. S., de sua história, e renovo minha crença no que, naquele momento terrível, me ajudou a superar o trauma.
Sem dar a todos, menores e maiores, uma oportunidade de educação e de recuperação, algo que exige investimento e vontade política, uma política de Estado consciente de suas responsabilidades, teremos criminosos cada vez mais cruéis, formados e pós-graduados nas cadeias e “febens” da vida.
Se os políticos quiserem fazer algo realmente eficaz para combater o crime na escalada absurda que vivemos, terão que enfrentar os pedidos de vingança dos ofendidos da vez e criar um sistema penitenciário que efetivamente recupere quem pode e deve ser recuperado. Sem isso, qualquer mudança nas leis será pura e simples vingança. E vingança não é Justiça.

PESQUISA

Pesquisa Datafolha divulgada em 17 de abril mostrou que 93% dos paulistanos concordam com a diminuição da maioridade penal, 6% são contra, e 1% não soube responder.
As propostas de redução da maioridade penal voltaram à tona depois do assassinato do estudante Victor Hugo Deppman, 19, no último dia 9, com um tiro na cabeça.
Ele foi morto por um jovem que se entregou um dias antes de fazer 18 anos.
Após a morte de Deppman, o governador Geraldo Alckmin (PSDB) entregou projeto à Câmara que prevê internação de até oito anos para jovens infratores.
Hoje, esse período é de no máximo de três anos, ou até o jovem completar 20 anos e 11 meses, se for pego na véspera de completar 18 anos. Para o ministro da Justiça José Eduardo Cardozo, a medida é inconstitucional.
Fonte: Folha Press

domingo, abril 28, 2013


Jovem se forma em direito mas continua sendo engraxate

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Jovem se forma em direito e continua sendo engraxate. Ele pagou faculdade com o que ganha limpando sapatos, até R$ 2 mil por mês. Objetivo é passar no exame da OAB e, no futuro, ser promotor de Justiça

Com o dinheiro que ganhou limpando sapatos de profissionais como juízes, desembargadores e advogados, o engraxate Joaquim Pereira, de 24 anos, acaba de se formar em direito em uma instituição particular de Goiânia. Mesmo com o diploma em mãos, ele não abandonou o ofício que aprendeu quando era criança e que lhe rende cerca de R$ 2 mil por mês.
Agora, o objetivo é se preparar para passar no Exame da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e, depois, continuar estudando para ser promotor de Justiça. “Não quero ser qualquer profissional”, ressalta. Até lá, o jovem comunicativo e bem-humorado continuará cativando seus clientes como engraxate nas ruas do centro da capital. Sem deixar a vaidade de lado, já que uma das suas peculiaridades é trabalhar sempre bem vestido, com calça, camisa e sapatos impecáveis.
Ao deixar a cidade de Monte de Alegre de Goiás, na região nordeste do estado, em 2006, o jovem não se imaginava formado. Joaquim lembra que quando saiu da sua cidade natal para morar na capital tinha a esperança de que logo seria contratado em uma empresa e se tornaria um profissional de destaque. Mas viu que não era bem assim. Ele demorou três meses para conseguir emprego em uma fábrica de enxovais. Quando recebeu o primeiro salário mínimo, concluiu que não era o suficiente para se manter em Goiânia. Na época, ele morava com o irmão. “Vim pra trabalhar. Depois, vi que precisava estudar para crescer, para ter um emprego melhor”, conta.
Entre as coisas que tinha trazido do interior estava a caixa de engraxate, pois sabia que talvez precisasse usá-la. Em Monte Alegre de Goiás, ele apreendeu a profissão observando. Aos 11 anos começou a limpar sapatos quando queria comprar uma roupa ou um tênis. Apesar de trabalhar esporadicamente, ganhou experiência.
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Joaquim se formou em direito e continua engraxando nas ruas de Goiânia (Foto: Adriano Zago)
Devido à insatisfação com o emprego, ele decidiu, em um sábado, ir para as ruas de Goiânia e ver como se sairia de engraxate. “Ganhei R$ 20 e atendi umas dez pessoas. Mesmo não sendo muito, fiz as contas e vi que podia render”, afirma. Segundo ele, na segunda-feira, três meses após ser admitido na fábrica, pediu demissão. “Indagaram porque eu retrairia tanto. Pensaram que eu estava revoltado”, lembra. O jovem comenta ainda que não foi uma decisão fácil, pois teve medo de ser rejeitado. “Tive medo da reação dos meus amigos e dos colegas”, diz.
No primeiro semestre que trabalhou como engraxate, Joaquim terminou o ensino médio em uma escola pública de Goiânia e começou um curso de webdesigner, mas não gostou. Enquanto isso, a profissão de engraxate deslanchava.

Samba da vitória

As pessoas para quem engraxou sem cobrar nada nas primeiras vezes se tornaram seus clientes. A simpatia e a abordagem especial atraíram muitos outros e fez com que ele ficasse conhecido nos locais onde trabalha como na Praça Cívica, onde está o Centro Administrativo do Governo de Goiás. O “samba da vitória”, som que ele faz com um pano ao polir os sapatos, virou sua marca registrada . Joaquim conquistou uma clientela fixa. De R$ 20 por dia, ele passou a faturar até R$ 100.
Depois de um ano limpando sapatos, Joaquim decidiu que entraria para uma faculdade de direito. “Vendo o dia a dia dos advogados e conversando com eles, concluí que queria ser um deles”, afirma. A decisão de ingressar em uma universidade foi criticada por muitos conhecidos. “Falavam que eu não daria conta de terminar, que era muito difícil e caro”, conta. No entanto, ele persistiu com o sonho de se formar, passou no vestibular e começou, em 2008, o curso de direito em uma instituição de ensino particular. “Se a gente quiser ter sucesso na vida, tem que se submeter ao risco”, ressalta.
Joaquim afirma que os cinco anos da faculdade não foram fáceis. “Já na primeira prova tirei zero. Aquilo me baqueou, até pensei em desistir, mas falei ‘vou estudar’, e assim fiz”, recorda-se. Ele estudava de manhã, e à tarde ia trabalhar como engraxate até as 19h, pois precisava ganhar dinheiro para pagar o curso.
Além de estudar e trabalhar nas ruas, Joaquim tinha de cumprir suas tarefas domésticas, como lavar roupa e arrumar a casa. O irmão dele se casou e ele foi morar com um amigo, no Centro de Goiânia. O bacharel em direito ainda conta que separava um tempo para tocar violão e estudar música, que é uma de suas paixões. Ele é evangélico e gosta de cantar na igreja. “Tem que ter disciplina para ter tempo de fazer tudo”, ensina.
A ajuda para pagar a faculdade veio no 7º período, quando ele conseguiu uma bolsa da Organização das Voluntárias de Goiás (OVG). Na mesma época, ele também conseguiu um estágio na Procuradoria Geral do Município por indicação de um cliente, onde trabalhou até dezembro do ano passado. Apesar do trabalho, ele continuou a engraxar nos horários livres.
A colação de grau ocorreu no último dia 19, na capital goiana. “Foi extraordinário. Estou muito feliz”, comenta. Os pais de Joaquim vieram de Monte Alegre de Goiás para prestigiar o filho. Ele, que é o caçula da família, também contou com a presença de um, dos três irmãos. “Eles estão muito orgulhosos de mim, do que conquistei”, ressalta. No evento, Joaquim ainda foi homenageado pelo reitor da instituição de ensino. O jovem engraxate foi o aluno destaque da turma.

Sonhos

Mesmo formado, Joaquim não se importa de engraxar sapatos nas ruas de Goiânia. O jovem tem a admiração de seus clientes. “Ele é um exemplo de que nada é impossível. Poucas pessoas têm a capacidade e o esforço de concluir um curso superior engraxando sapato”, ressalta o advogado Aldemir Leão da Silva. O rapaz garante que exercerá a função até encontrar um bom emprego, com boa remuneração.
Inicialmente, o objetivo é passar no exame da OAB para ter seu registro de advogado e poder exercer a profissão que escolheu. Devido ao seu esforço, o jovem ganhou um curso preparatório para a prova, que ocorrerá em agosto. As aulas serão julho.
Depois de fazer a prova, Joaquim vai começar uma pós-graduação. Ele ganhou bolsa integral da especialização, que, se ele fosse pagar, custaria cerca de R$ 9 mil. Joaquim sonha alto, ele quer se tornar um promotor de Justiça. “Vou continuar estudando cada vez mais para passar em um concurso e ser promotor”, reforça.
Com o dinheiro de engraxate, ele também conseguiu tirar a Carteira Nacional de Habilitação. Esse é um primeiro passo para alcalçar outro objetivo, o de trocar a bicicleta por um carro.”Quando se sonha, se tem um objetivo e não desiste, as coisas acontecem”, ressalta.
Fonte: G1 Goiás

Depois de Luciano Huck, Bernardinho também diz ‘não’ a Aécio

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Depois de Luciano Huck, o treinador de vôlei é a segunda celebridade a recusar o convite de Aécio Neves (PSDB-MG) para concorrer ao governo do Rio de Janeiro; tucanos seguem sem palanque no estado

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Bernardinho e Luciano Huck conversam com Aécio Neves. Ambos já recusaram o convite para formar o palanque do presidenciável tucano no Rio de Janeiro (Foto: Estado de Minas)
O vitorioso ex-técnico da Seleção Brasileira de Vôlei Bernardinho foi parar no centro do tabuleiro político do Rio Janeiro para as eleições de 2014. Ele recebeu do amigo e senador tucano Aécio Neves um convite para se filar ao PSDB e concorrer ao governo do estado no ano que vem. O objetivo é construir um palanque tucano para Aécio no Rio de Janeiro.
Essa inusitada opção surgiu da absoluta falta de quadros competitivos da sigla para a disputa do ano que vem, que deve ser fragmentada em pelo menos quatro candidaturas teoricamente fortes: Lindberg Farias (PT), Luís Pezão (PMDB), Antony Garotinho (PR) e César Maia (DEM).
O surpreendente movimento dos tucanos criou uma zona de atrito com o DEM, que esperava contar com o PSDB no palanque de César Maia.”A aliança com o PSDB seria natural, mas a eleição no Rio está em aberto”, diz o deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ).
Acontece que Aécio Neves (PSDB-MG) continuará sem palanque no Rio de Janeiro. Depois de Luciano Huck, Bernardinho acaba de recusar o convite para concorrer ao governo estadual, como informou o colunista de Radar Online:
Bernardinho era o sonho de consumo do PSDB para o governo do Rio de Janeiro. Era. Eis o que o próprio acha da ideia:
- Ser candidato ou me filiar não passa pela minha cabeça. Tenho um time de vôlei para montar para o ano que vem.
O dono da ideia, agora frustrada, era ninguém menos do que Aécio Neves.
Fonte: COM BRASIL 247

Bolsas para brasileiros em Harvard e MIT estão sobrando

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Instituições americanas de ponta vão reservar 1,5 mil bolsas de estudo integral até 2015 para estudantes brasileiros cursarem doutorado completo

As universidades Harvard, Stanford, Columbia, da Califórnia, o Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) e outras instituições americanas de ponta vão reservar 1,5 mil bolsas de estudo integral até 2015 para estudantes brasileiros cursarem doutorado completo.
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Universidade de Harvard: bolsas de estudo serão reservadas para brasileiros por meio do programa Ciência Sem Fronteiras
As bolsas serão financiadas pelo governo federal, por meio do programa Ciência Sem Fronteiras (CsF).
Apesar do convênio com as universidades ter sido firmado no ano passado – motivado pela ida da presidente Dilma Rousseff aos Estados Unidos em abril de 2012 -, a falta de divulgação da oportunidade levou a Laspau (entidade vinculada à Harvard), que administra a concessão das bolsas, a realizar ontem uma visita ao País.
“Trata-se de um acordo histórico, sem precedentes. Os estudantes brasileiros precisam saber que eles podem estudar nas melhores universidades norte-americanas”, disse Angélica Natera, diretora adjunta da Laspau, durante agenda de reuniões com parceiros institucionais em São Paulo.
Mesmo exigindo que os estudantes tenham apenas diploma de graduação nas áreas prioritárias do CsF – Engenharia, Tecnologias e Saúde -, além de bom nível de inglês, pouco mais de cem candidatos foram pré-selecionados até o momento.
É prevista neste primeiro ano de acordo a seleção de outros 400 estudantes. As inscrições para início dos estudos em 2014 vão até setembro e podem ser feitas pelo site da Laspau (www.laspau.harvard.edu).
A baixa demanda pelas bolsas pode ser justificada pelo desconhecimento de muitos estudantes, que tendo apenas diploma de graduação podem se candidatar diretamente para o curso de doutorado. Ou seja, não precisam cursar primeiramente o mestrado.
Fonte: Agência Estado

Marco Feliciano e Jair Bolsonaro são denunciados pela OAB

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OAB denuncia Marco Feliciano e Jair Bolsonaro por campanha de ódio. A entidade quer que a Corregedoria da Câmara puna os dois por quebra de decoro parlamentar em virtude de divulgação de vídeos considerados difamatórios

Liderando um grupo de mais de vinte entidades ligadas aos direitos humanos, a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) enviará, na próxima semana, representação ao presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves, contra os parlamentares Marco Feliciano (PSC-SP) e Jair Bolsonaro (PP-RJ). A entidade quer que a Corregedoria da Câmara puna os dois por quebra de decoro parlamentar em virtude de divulgação de vídeos considerados difamatórios.
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Marco Feliciano (esq.) e Jair Bolsonaro (Foto: Reprodução)
Em um dos vídeos, Bolsonaro teria editado a fala de um professor do Distrito Federal em audiências na Câmara para acusá-lo de pedofilia e utiliza imagens de deputados a favor da causa homossexual para dizer que eles são contrários à família.
Para o presidente da Comissão Nacional de Direitos Humanos da OAB, Wadih Damous, essas campanhas de ódio representam o rebaixamento da política brasileira. “Pensar que tais absurdos partem de representantes do Estado, das Estruturas do Congresso Nacional, é algo inimaginável e não podemos ficar omissos. Direitos Humanos não se loteia e não se barganha”, disse. Indignado com os relatos feitos por parlamentares e defensores dos direitos humanos durante reunião na sede da entidade, Damous garantiu que “a Comissão Nacional de Direitos Humanos da OAB será protagonista no enfrentamento a esse tipo de atentado à dignidade humana”.
Na reunião com a CNDH da entidade dos advogados estiveram presentes, além dos deputados acusados na campanha difamatória, representantes da secretaria Nacional de Direitos Humanos da Presidência da República, do Conselho Federal de Psicologia, e ativistas dos movimentos indígena, de mulheres, da população negra, do povo de terreiro e LGBT.
Fonte: Jornal do Brasil

Norte-americanos financiam ódio a homossexuais na África, revela documentário

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O conservadorismo norte-americano encontrou terreno fértil na sofrida África para espalhar o preconceito. Não deixe de assistir ao documentário, The Gospel of Intolerance, publicado no site do New York Times. Está legendado em português. É simplesmente assustador

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Patrick, ativista gay em Uganda. O jovem arrisca a própria vida ao revelar seu rosto e sua orientação sexual. Neste momento tramita uma lei que condena à morte quem mantém relação com pessoas do mesmo sexo. (Foto: Hernán Zin/El Pais)
Jesus Cristo disse: “Amai ao próximo como a ti mesmo”. Esta frase, por si só, demonstra o absurdo que é pessoas auto-denominadas cristãs basearem sua conduta na intolerância. É incoerente com as palavras de Cristo, que foi capaz de defender uma prostituta de ser apedrejada, ser preconceituoso. Cristãos não apedrejam. Acolhem. Respeitam.
Estamos, neste momento, em nosso país, caminhando sobre terreno perigoso. Pastores ambiciosos que pouco se preocupam legitimamente com o bem-estar dos fiéis, usam de ideias medievais para aumentar o seu rebanho. Querem convencer as pessoas que é pecado ser gay, embora muitos religiosos, inclusive evangélicos, contestem essa afirmação.
É muito preocupante. Se esta concepção vingar, estes pastores terão plantado a semente da discórdia no seio familiar. Será pai contra filho, irmão contra irmão. Nada mais anticristão.
Roger Ross Williams, um cineasta novaiorquino, ele mesmo vítima de preconceito da igreja protestante que sempre frequentou por ser gay, fez uma descoberta aterradora: dinheiro doado por evangélicos norte-americanos está sendo utilizado por fundamentalistas para semear a intolerância contra homossexuais nos países africanos.
A situação já é gravíssima em Uganda, onde pode ser aprovada dentro de poucas semanas uma lei anti-gay que prevê até mesmo a pena de morte para quem se relacionar com pessoas do mesmo sexo. Os políticos são pressionados a todo momento pelos pastores evangélicos pela aprovação do projeto (isso faz você lembrar de alguma coisa?).
O conservadorismo norte-americano encontrou terreno fértil na sofrida África para espalhar o preconceito. Eu pergunto a você, cristão evangélico: você quer este destino para o Brasil? O que é mais importante: a mensagem amorosa de Jesus ou a do intolerante pastor de sua igreja? De que maneira você quer olhar para seu irmão, irmã, filho, filha, amigo, amiga? Com ódio ou com amor? Não se permita ser manipulado. Abra o olho. Ao mesmo tempo que se enchem de dinheiro (inclusive o seu), muitos destes pastores estão orientando seus passos não para o caminho do bem, mas por um caminho sem volta. A reação tem que vir de todos, mas principalmente de você.
Não deixe de assistir (vídeo abaixo) ao documentário de Williams, The Gospel of Intolerance, publicado no site do New York Times no início do ano. Está legendado em português. É simplesmente assustador.
Tags: africa, contra o preconceito, documentário, homofobia, homossexual, imperialismo  EUA



Atentado em Boston: por ‘pressa’, mídia cometeu graves erros

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Pressa em “furar” a concorrência levou mídia dos EUA a cometer erros graves. Saiba como CNN, FoxNews, New York Post e Associated Press tiveram a credibilidade abalada após publicarem falsas especulações

O estudante Salah Barhoun, de 17 anos, não acreditou ao ver a manchete do New York Post, na quinta-feira passada (18/04). Numa foto tirada à beira da pista da Maratona de Boston, ele e seu treinador estampavam a capa do tabloide. A manchete dizia: “Homens da mochila”, seguida do aviso: “Federais procuram estes dois”.
Tudo partiu das especulações de investigadores amadores do fórum de internet Reddit, que detectaram os dois numa foto do local das explosões. Em seguida, a foto foi rapidamente publicada pelo tabloide nova-iorquino, sem qualquer tipo de verificação.
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Em meio à cobertura dos ataques em Boston, jornalistas divulgam informações sem conferir a veracidade delas e criam situações embaraçosas para TVs e jornais. Foto: Mario Tama/ Getty Images North Aerica/ AFP
O jornal também cometeu outros erros: publicou que havia 12 mortos – foram três – e apontou como suspeito um cidadão saudita que não tinha nada que ver com os ataques.

Interferência negativa das redes sociais

Na opinião do crítico de mídia do The New York Times Joe Concha, as redes sociais como o Twitter e o Facebook mais atrapalharam do que ajudaram o noticiário sobre o atentado. “Agora, não existe apenas a pressão da concorrência entre as emissoras, mas também da concorrência com o Twitter: ele induz os meios de comunicação a se precipitarem.”
Logo em seguida aos atentados, a FoxNews, mais bem-sucedido canal de notícias nos Estados Unidos, “pagou um mico” ao divulgar que uma terceira explosão teria ocorrido na Biblioteca Presidencial John F. Kennedy, em Dorchester. Como se constatou em seguida, a suposta explosão era apenas um pequeno incêndio.
Situação pior foi a da emissora de televisão CNN, concorrente da FoxNews, e a da agência de notícias Associated Press (AP). O experiente repórter da CNN John King anunciou na última quarta-feira, orgulhoso: “Houve uma prisão. Meu informante na polícia de Boston me disse: ‘Nós o pegamos’”. E King prosseguiu, dando detalhes sobre um vídeo, no qual supostamente “se vê um homem de pele escura depositar uma mochila no local da segunda explosão”.
A FoxNews e outros veículos de imprensa passaram a trabalhar com essa informação. Em seguida, a notícia da AP de que o preso já estava a caminho do tribunal levou centenas de jornalistas a correrem para a porta da corte de Justiça. Só para, uma hora e meia depois, ver na CNN o mesmo John King negando – também com exclusividade – a sua suposta informação exclusiva: “Há importantes progressos, mas nenhuma prisão. Quem falar em prisão está colocando o carro na frente dos bois”.

Velocidade versus credibilidade

A credibilidade, tanto da CNN quanto da AP, ficou abalada. Outros veículos de mídia tradicionais também publicaram falsas especulações tiradas do Twitter e boatos da internet.
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Também a CNN informou equivocadamente (Foto: Reprodução)
Para Erik Wemple, especialista em mídia do jornal Washington Post, a imprensa deveria retornar a suas boas e velhas virtudes, esquecidas em meio ao caos: “Verificar os fatos e, em caso de dúvida, colocar a precisão na frente da rapidez. Talvez tenha chegado o momento de os meios de comunicação dizerem: vamos aguardar a confirmação oficial através de uma coletiva de imprensa ou de um comunicado”.
Apesar de a imagem da CNN ter sofrido abalos na última semana, seu novo chefe, Jeff Zucker, parece ter motivos para estar satisfeito com os índices de audiência, que aumentaram 200% com a cobertura do atentado em Boston. Quase 3 milhões de telespectadores sintonizaram a emissora todos os dias – seus maiores números desde o início da Guerra do Iraque, há dez anos.
Fonte: DW.DE

Garota inventa ‘estupro coletivo’ para esconder da família que é homossexual

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 Estudante ‘cria’ estupro coletivo para esconder da família sua homossexualidade, diz polícia. A garota chegou a ser submetida a exames periciais onde foram coletados materiais genéticos para prender os supostos estupradores
A Polícia Civil da Paraíba concluiu neste sábado (27), o inquérito policial sobre o suposto estupro coletivo envolvendo uma adolescente de 14 anos, na cidade de Santa Rita, região metropolitana de João Pessoa, no dia 10 de abril deste ano. De acordo com o delegado Pedro Ivo, que presidiu as investigações, ficou comprovado que a estudante criou a história para esconder a homossexualidade.
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Jovem cria história para esconder da família que é lésbica (Foto: Reprodução)
“Não ocorreu o crime. A estudante confirmou durante depoimento que não foi sequestrada na frente da escola, não foi colocada em van e nem foi estuprada por cinco homens. Ela criou a história para esconder da família que é lésbica. Ela estava em Campina Grande onde foi encontrar com uma ‘namorada’, após marcar um encontro no facebook”, revelou o delegado de Homicídios, Pedro Ivo.
O delegado revelou que após o crime ser noticiado todo o efetivo investigatório da Secretaria de Segurança Pública da Paraíba foi mobilizado para elucidar e, possivelmente, prender os envolvidos.
“Durante semanas, a gente se debruçou no caso e a medida que as investigações iam se aprofundando, o desfecho nos levava para um caso inusitado. Ouvimos 12 pessoas entre famílias, amigos da estudante e comerciantes, onde a vítima disse que foi levada, e coletamos muitas provas”.
De acordo com o delegado, a estudante foi submetida a exames periciais onde foram coletados materiais genéticos para prender os supostos estupradores. “A adolescente passou por exames, mas o resultado não ficou pronto. Como ela percebeu que a gente estava perto de descobrir o caso, a estudante abriu o jogo e disse que não foi estuprada”.
Segundo Pedro Ivo, como não houve crime, o caso foi encerrado. “Foi um ato de irresponsabilidade da menor inventar um estupro que não aconteceu. O caso ganhou proporção nacional”.
No dia 10 de abril, a estudante procurou a Polícia Militar informando que foi estuprada por cinco homens quando ela saía do Colégio Carlos Chagas, no bairro do Tibiri II, em Santa Rita. Segundo a PM, a menor disse que estava nas proximidades da escola quando foi abordada por dois homens que a obrigaram a entrar em uma van onde mais três rapazes a esperavam. Em contato os policiais, a adolescente relatou que os acusados colocaram um pano no rosto dela e a doparam.
À época, o pai da garota confirmou que ela teria sido levada para um matagal e estuprada pelos criminosos. Após a consumação do estupro, os acusados teriam deixado a adolescente na avenida Campina Grande, três horas depois, no mesmo bairro onde foi raptada.
Fonte: Portal Correio



Ativistas seminuas jogam ‘água benta’ em líder católico conservador

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Ativistas jogam ‘água benta’ em arcebispo. Líder católico afirmou que a “Aids é uma vingança da natureza decorrente de desvios de amor”, além de comparar a homossexualidade à anorexia. Ele também defende que padres aposentados acusados de pedofilia não sejam julgados

Usando esguichos de plástico em forma de Virgem Maria, quatro ativistas seminuas do movimento Femen jogaram ontem água supostamente benta em André-Joseph Leonard, arcebispo de Bruxelas e chefe da Igreja Católica da Bélgica.
ativistas seminuas femen
Ativistas protestam contra a homofobia de líder católico. Para Leonard, que é uma espécie de Marco Feliciano católico, a “Aids é uma vingança da natureza decorrente de desvios de amor” (Foto: AFP)
Leonard tem criado polêmica com declarações como a “Aids é uma vingança da natureza decorrente de desvios de amor”, além de comparar a homossexualidade à anorexia. Ele é uma espécie de Marco Feliciano dos belgas.
O arcebispo também chegou a defender que os padres acusados de pedofilia que já estejam aposentados ou afastados de suas atividades não sejam levados à Justiça.
Também tem feito restrições a professores de religião de escolas católicas que sejam divorciados.
As ativistas fizeram o rápido protesto quando Leonard participava de um encontro da Conferência Episcopal da Bélgica (a CNBB de lá), na Universidade Livre de Bruxelas. “Deus salve as lésbicas”, elas gritavam. “Pare com a homofobia.”
Elas deixaram o local antes que chegassem os seguranças da universidade.
O arcebispo já foi alvo de torta no rosto em duas ocasiões, em 2011 e em 2010.
Fonte: Paupoles

PARTIDO LIBERAL CRISTÃO CHEGA A MANDAGUARI

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Foto: Clésio (Dia a dia Mandaguari)

No último dia 23 de abril de 2013 (terça-feira) o Presidente Nacional do PLC, Osésa Rodrigues, Pastor Batista, Conferencista Internacional, escritor, presidente da Ordem dos Ministros Evangélicos do Distrito Federal, tem percorrido todos os estados da federação na implantação da nova sigla partidária. Esta semana esteve em Mandaguari no contato com lideranças da cidade, visitando juntamente com o Pastor Resendo Rodrigues várias lideranças e os órgãos de impressa . O PLC (Partido Liberal Cristão) chega a Mandaguari, com uma proposta diferenciada, é um partido que está aberto aos Cristãos, não só evangélicos, mas a todos que tem as escrituras sagradas, como única regra de fé e prática. O Pastor Resendo Rodrigues, da Igreja Avivamento Bíblico estará a frente da organização do partido na cidade de Mandaguari.

sexta-feira, abril 26, 2013


Com indícios de irregularidades, TJ-PR é alvo de fiscalização do CNJ

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Produtividade dos desembargadores e licitações são checados.
Presidente Clayton Camargo é alvo de denúncia de venda de sentenças.

Clayton Camargo, presidente do TJ-PR é investigado por
denúncia de venda de sentenças (Foto: Divulgação/ TJ-PR)
Uma equipe formada por 15 servidores e juízes do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) está em Curitiba para realizar uma inspeção no Tribunal de Justiça (TJ) do Paraná. Esta correição analisa até sexta-feira (26) algumas medidas adotadas pelo Judiciário nas quais há indícios de irregularidades. Muitas destas medidas já haviam sido alvos de alerta do CNJ nas fiscalizações realizadas em 2009 e 2011.

A correição é focada em licitações, contratos e cálculos de precatórios – dívidas do poder público reconhecidas pela Justiça. Existe a suspeita de que o valor de alguns precatórios foram determinados erroneamente, obrigando, por exemplo, o governo estadual a pagar mais do que era realmente devido. São averiguados também erros referentes à correção monetária.
Ainda com relação aos precatórios, a equipe deve checar a ordem dos pagamentos. O CNJ apura a possibilidade de que a resolução que determina que os pagamentos sejam feitos conforme o trânsito em julgado das ações, ou seja, priorizando as mais antigas, tenha sido desrespeitada. Inclusive, o CNJ determinou que o TJ-PR refaça a lista dos precatórios judiciais.
A contratação de funcionários também será verificada mais detalhadamente. Há a suspeita de que algumas contratações foram realizadas irregularmente e que, em alguns casos, houve nepotismo. Outro aspecto que está sob análise é a evolução patrimonial dos desembargadores. A legislação brasileira determina que o ocupante de cargo público deve, anualmente, apresentar uma declaração de bens, porém, alguns magistrados podem não estar cumprindo esta determinação.

Esta correição também coloca em xeque a produtividade dos desembargadores paranaenses. Atualmente, o estado conta com 120 desembargadores, e eles apresentam rendimento abaixo do verificado em todo o país. No TJ-PR, a média anual é de 626 processos julgados por magistrado. Já nacionalmente, o número passa para 1.227. Vale destacar que estes números correspondem aos dados atualizados do CNJ, que são de 2011.

Esta baixa produtividade, aliás, está diretamente ligada a uma solicitação do CNJ para todos os demais Tribunais de Justiça do país. O corregedor nacional de Justiça, ministro Francisco Falcão, pediu informações sobre projetos de lei em trâmite nas Assembleias Legislativas, ou aprovados nos últimos 12 meses, que provocaram aumento de despesas com pessoal. A solicitação foi motivada pela aprovação, na Assembleia Legislativa do Paraná (Alep), do texto que criou 25 novos cargos de desembargador e 175 novos cargos comissionados.  No entendimento do CNJ, não há necessidade de contratar novos magistrados, afinal, não se vislumbra sobrecarga de trabalho uma vez que os desembargadores do Paraná têm produtividade abaixo da média nacional.
Venda de sentenças
Reportagem do jornal Gazeta do Povo publicada nesta quinta-feira (25) traz a informação de que o CNJ também investiga uma denúncia de venda de sentenças e tráfico de influência que envovlem o atual presidente do TJ-PR, Clayton Camargo, e o desembargador aposentado Rafael  Augusto Cassetari. A denúncia é de 2011, ano em que ambos atuavam na 12.ª Câmara Cível do TJ, e diz respeito a uma disputa judicial pela guarda de crianças.
De acordo com a advogada que representava uma das partes no processo, os desembargadores receberam R$ 200 mil para decidir em favor da parte adversária no processo. O pagamento, segundo a advogada, foi feito em quatro pacotes de R$ 50 mil. O processo corre em sigilo no CNJ desde então, com relatoria do corregedor Francisco Falcão, e já ouviu a defesa de ambos os magistrados.
Cassetari se aposentou em fevereiro de 2013, após completar 70 anos. Ele classificou a denúncia como factóide que foi plantado no CNJ. Entre as argumentos, ele diz que investigações do TJ-PR e da Justiça Federal sobre o mesmo tema foram arquivadas, e que as decisões foram tomadas com parecer do Ministério Público. Cassetari ainda afirma que ele e Camargo movem uma ação criminal contra a denunciante por difamação e calúnia.
Já o atual presidente do TJ-PR afirmou que não dá entrevistas, porque não precisa dar satisfações à imprensa. A assessoria de imprensa do TJ-PR confirmou que o magistrado não irá se pronunciar sobre nenhum assunto.
Fonte:G1/PR
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