quinta-feira, julho 03, 2014


Pastor iraniano, condenado por sua fé em Cristo, volta à prisão

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Imagem: Reprodução/Portas Abertas
O pastor Behnam Irani é líder da Igreja do Irã em Karaj. Foi preso em dezembro de 2006 e condenado em 2011 a seis anos de prisão sob a acusação de “agir contra o Estado” e “ação contra a ordem”
No dia 17 de junho, a Portas Abertas noticiou que o pastor Behnam Irani, detido desde maio de 2011, havia sido agredido e transferido para um local desconhecido. Esta semana, chegaram informações de que ele retornou à prisão Ghezal Hesar, no Irã.
O pastor ficou dias desaparecido, até que, em 23 de junho, retornou à sua cela na prisão Ghezal Hesar. Outros prisioneiros revelaram que ele foi agredido por oficiais da inteligência nas primeiras horas do dia 7 de junho, após se opor a responder à convocação irregular do juiz Mohammad Yari, da 6ª Vara do Tribunal Revolucionário.
Depois de agredido, ele foi levado à força ao juiz que o acusou de estar se comunicando com a mídia. Segundo informações da organização Christian Solidarity Worldwide (CSW), Irani foi transferido para um centro de detenção e mantido em confinamento solitário, sendo interrogado cinco vezes por quatro horas cada vez. Ele foi alertado de que se não obedecesse receberia uma sentença maior e permaneceria na prisão por um longo tempo.
Duas semanas antes da agressão, as autoridades confiscaram sua bíblia e literaturas cristãs que possuía.
Prisão, condenação e torturas
O pastor Behnam Irani foi preso inicialmente em dezembro de 2006, e sentenciado em 2011 a seis anos de prisão por “ação contra o Estado” e “ação contra a ordem”.
Durante seus primeiros meses na prisão Ghezal Hesar, o pastor foi mantido incomunicável numa pequena cela, onde guardas repetidamente o acordavam do sono como forma de tortura psicológica. Ele foi mudado para uma cela estreita em que os detentos não conseguiam se deitar para dormir, antes de ser transferido para uma cela lotada e imunda, dividindo o espaço com mais 40 prisioneiros, muitos dos quais eram violentos.
O pastor Irani também foi submetido à violência física e pressão psicológica, além de sofrer espancamentos dos companheiros de cela e autoridades da prisão, bem como ameaças de morte.
Em fevereiro de 2014, ele passou com sucesso por uma cirurgia para tratar complicações no estômago e no cólon.
Pedidos de oração
Diante de tamanha violência e privação da liberdade de expressão religiosa, a Portas Abertas lançou alguns pedidos de oração:
- Ore para que o pastor Irani e sua família recebam a presença e apoio do Senhor em meio a essa circunstância tão difícil;
- Peça para que o pastor experimente a cura física de Deus durante esse tempo de prisão;
- Clame por oito cristãos iranianos que permanecem desaparecidos, para que o Senhor os proteja e lhes dê paz;
- Interceda pelos cristãos presos no Irã, para que eles sejam tratados com respeito e dignidade, como seres criados à imagem de Deus;
- Apresente ao Senhor todos os funcionários envolvidos no caso de cristãos presos, para que eles ajam com justiça, aprendam sobre Jesus e escolham segui-lo.

Fonte: Portas Abertas

Tensão: Israel bombardeia Gaza em resposta à morte de jovens

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Caças de Israel despejam bombas sobre a Faixa de Gaza em retaliação à morte de três jovens israelenses
Caças de Israel despejam bombas sobre a Faixa de Gaza em retaliação à morte de três jovens israelenses
Horas depois do primeiro-ministro de Israel Benjamin Netanyahu ter afirmado que o Hamas iria “pagar” pela morte de três jovens israelenses, caças do país deram início ao bombardeio de mais de 30 alvos na Faixa de Gaza, principalmente campos de treinamento de grupos armados palestinos. Os aviões F-16 israelenses atingiram violentamente na madrugada desta terça-feira (noite de segunda em Brasília) posições do Hamas e da Jihad Islâmica em Khan Yunis e Rafah, no sul de Gaza. Até o momento, não há relatos de vítimas.

O ataque é uma resposta à morte de três israelenses desaparecidos desde 12 de junho, quando foram sequestrados na Cisjordânia. Os corpos dos três foram encontrados em um campo perto de Hebron, que fica na região. As vítimas, Eyal Yifrach, de 19 anos, Naftali Frenkel e Gilad Shaer, ambos de 16, eram alunos de escolas religiosas judaicas. O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, disse nesta segunda que os três jovens foram “assassinados a sangue frio”.
“Foram sequestrados e assassinados a sangue frio por animais em forma de seres humanos”, declarou Netanyahu. “O Hamas é responsável, e o Hamas pagará”. O grupo islâmico, que negou envolvimento no sequestro, embora tenha parabenizado a ação, prometeu a Israel “as portas do inferno” em caso de uma ofensiva militar.
“Se os ocupantes se lançarem em uma escalada ou guerra, abrirão para si mesmos as portas do inferno”, declarou o porta-voz do Hamas em Gaza, Sami Abu Zuhri, que colocou em dúvida a “versão israelense” do sequestro. Os jovens foram sequestrados, segundo a imprensa israelense, enquanto pegavam carona perto de Gush Etzion, um bloco de colônias situado entre Belém e Hebron, em uma zona sob controle civil e militar israelense. Os três teriam sido mortos a tiros pouco depois do sequestro. “Eles estavam sob uma pilha de pedras, em um campo aberto”, afirmou Peter Lerner, porta-voz militar israelense.
Acordo palestino
Para Netanyahu, o incidente é uma consequência da reconciliação do presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas, com o Hamas. Os dois lados assinaram um acordo em abril que resultou na formação de um novo governo palestino. Abbas condenou o sequestro e disse que ele era uma ameaça aos interesses palestinos, ordenando que suas forças de segurança ajudassem Israel nas buscas aos garotos, medida que foi condenada pelo Hamas.
A imprensa israelense informou que os corpos dos jovens judeus foram encontrados depois de familiares dos suspeitos terem sido interrogados. Marwan Qawasmeh e Amer Abu Aisha foram apontados na semana passada como os dois principais suspeitos. Moradores de Hebron, eles foram vistos pela última vez na noite de 12 de junho, pouco antes do sumiço dos jovens judeus. A agência de segurança israelense os descreveu como ativistas do Hamas e disse que os dois já foram detidos anteriormente.
Na noite desta segunda-feira, o Exército de Israel teria destruído as casas dos dois principais suspeitos do sequestro com explosivos, mas essa informação não é confirmada pelas agências de notícias.
Ao longo das últimas semanas, forças israelenses fizeram buscas em cidades e vilarejos palestinos e detiveram centenas de integrantes do grupo fundamentalista palestino. Cinco palestinos morreram em confrontos com as forças israelenses. Desde o início da operação de busca, cerca de quarenta foguetes foram disparados da Faixa de Gaza contra Israel, de acordo com fontes militares. O Hamas não negou nem confirmou seu envolvimento no desaparecimento dos jovens, mas mostrou-se a favor de ações como sequestros como forma de enfrentar a ocupação israelense na Cisjordânia.
O ministro da Economia de Israel, Naftali Bennett, escreveu em sua página em uma rede social que “os assassinos de crianças e seus comandantes não podem ser perdoados”. “Agora é tempo de agir, não de falar”. O presidente Shimon Peres afirmou que “toda a nação está em profundo luto”. “Em meio a nossa profunda tristeza, continuamos determinados a punir os terroristas criminosos”.

Fonte: Veja


Copa: escuta liga chefe de cambistas a irmão de Ronaldinho Gaúcho

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Acusado de chefiar o bando, o francês Mohamadou Fofana (a direita) teria montado esquema que funcionava desde a Copa de 2002, na Ásia
Acusado de chefiar o bando, o francês Mohamadou Fofana (à dir.) tem conversa grampeada com o irmão de Ronaldinho Gaúcho (à esq.), Assis
O homem apontado como o chefão de quadrilha internacional acusada de desviar e vender ingressos de jogos nas últimas quatro Copas do Mundo — através de ligação com a Fifa, entidade organizadora do evento — também tinha contatos com ex-jogadores da seleção brasileira e pessoas ligadas ao futebol. O francês de origem argelina Mohamadou Lamine Fofana, de 57 anos, que mora em Dubai e tem escritório na Suíça, foi preso nesta terça-feira (1) com outras dez pessoas acusadas de integrar o grupo, responsável por uma movimentação financeira de até R$ 200 milhões por Mundial. ‘O Dia’ teve acesso com exclusividade a uma escuta telefônica autorizada pela Justiça que mostra Lamine negociando ingressos com Roberto de Assis Moreira, irmão e empresário de Ronaldinho Gaúcho, camisa 10 do Atlético Mineiro.
O teor da conversa de cinco minutos, registrada no dia 17 de junho, deixa evidente a participação e a importância de Lamine no esquema. Assis liga para saber se o argelino teria recebido uma ligação de um grupo de amigos dele, que queriam ingressos para assistir aos jogos da Copa. E Lamine esnoba: “Eu tenho (ingressos) VIPs. Tenho muitos VIPs. Não tenho categoria 3”.
Assis ainda mostra a relação de intimidade com Lamine ao revelar uma negociação em andamento de transferência de Ronaldinho Gaúcho do Atlético-MG para o exterior, por 10 milhões de euros ao ano. Na conversa, Lamine convida o empresário para participar de uma festa em uma cobertura da Lagoa para assistir o jogo entre França e Equador, que ocorreu na semana passada. E diz ter convidado ex-jogadores da seleção brasileira, tricampeões mundiais na Copa de 1970, como Jairzinho, Gerson e Rivelino.
Polícia apreendeu ingressos, dinheiro, passaportes e telefones durante a operação no Rio e em São Paulo
Polícia apreendeu ingressos, dinheiro, passaportes e telefones durante a operação no Rio e em São Paulo
Segundo a investigação de três meses, feita em parceria entre a 9ª Promotoria de Investigação Penal (PIP) e a 18ª DP (Praça da Bandeira), o argelino gastou R$ 9 mil apenas em uísque durante a festa, que também contou com a participação de Dunga, o capitão do tetra e técnico do Brasil na Copa de 2010.
“Fica claro que essa quadrilha tinha contatos com a Fifa. Eles tinham todos os tipos de ingressos e livre acesso a todos os eventos privados da entidade”, disse o promotor Marcos Kac, da 9ª PIP.
De acordo com a investigação, a quadrilha planejava vender ingressos para a decisão da Copa por até R$ 35 mil. A partida será disputada no dia 13 de julho, no Maracanã. Os suspeitos foram indiciados pelos crimes de cambismo, lavagem de dinheiro e associação criminosa.
Trechos das gravações
Assis: Meus amigos te ligaram. Você não tinha mais ingressos?
Lamine: Dois amigos seus me ligaram e tivemos um pequeno problema. Ele me ligou e 15 dias depois achou que o ingresso era o mesmo. E eu não sou cambista.
Assis: Risos. Claro! Ele me perguntou e eu disse: ‘Escuta, eu tenho um amigo que tem seu preço, sua maneira, … Fala com ele porque eu também não sou cambista. Risos.
Lamine: Eu tenho vip. Tenho muitos vips. Não tenho categoria 3 (…) Onde você está, no Rio?
Assis: Não, … Porto Alegre.
Lamine: E quando você vem ao Rio?
Assis: Escuta, estou indo para a China amanhã…
Lamine: (pergunta algo como que eles vão fazer lá).
Assis: O Atlético Mineiro tem quatro partidas lá.
Lamine: Ah, tá.
Assis: Então eu parto a trabalho por 15 dias, depois retorno no início de julho.
(…)
Lamine: (Sobre festa dia 25 em cobertura na Lagoa para assistirem França x Equador).
Lamine: Eu convidei a Seleção do Brasil de 1970: Gerson, Rivelino, Paulo Cesar, Jairzinho…
(Trecho incompreensível). Lamine: Convidei Carlos Mozer para assistir Argentina e Bósnia.
Assis: Além de tudo eles foram excluídos do Mundial A CBF não se importa com eles. (…)
Lamine: Você vai voltar dia 25, não é? Quando você chega?
Assis: Você vai ficar este mês aí?
Lamine: Até o final da Copa do Mundo. Até dia 14.
Assis: Estou em vista de algo. Estou com a possibilidade de mandar meu irmão para fora. Tem a chance de (áudio incompreensível) ou qualquer coisa como Qatar com meus amigos de lá. A gente quer sair por pelo menos 10 milhões por temporada.
Lamine: Por quanto?
Assis: 10 milhões. Já vi que este ano eles vão colocar como teto 10 milhões, 10 milhões e meio. E além disso, ainda tem a transferência.
Lamine: Deixa eu falar com o Kalifa Mohamed de Qatar e Mohamed de Dubai e retorno.
Assis: Ok. Eu aguardo.
Suspeita sobre funcionário
Lamine aparece em fotos com diversas personalidades do futebol, entre elas o agora deputado federal Romário
Lamine aparece em fotos com diversas personalidades do futebol, entre elas o agora deputado federal Romário
As entradas obtidas pela quadrilha eram desviadas da própria Fifa, o que leva a polícia a acreditar que algum funcionário da federação internacional está envolvido no esquema. Os bilhetes vendidos eram cortesias destinadas a patrocinadores, ONGs e até mesmo comissões técnicas e familiares de jogadores.
“Eles conseguiram lotes de ingressos para todas os jogos, o que dava lucro de R$ 500 mil a R$ 700 mil. Comprovamos a participação de outros sete integrantes na quadrilha que ainda faltam ser identificados”, disse o delegado Fábio Barucke, da 18ª DP.
A quadrilha começou a ser investigada após Antônio Henrique de Paula Jorge, dono de agência de turismo em Copacabana, ter lhes oferecido ingressos com valor bem acima dos vendidos pela Fifa. Outras duas agências de turismo foram acusadas de participar do esquema. Acusadas dos crimes de cambismo e lavagem de dinheiro, as três agências foram interditadas.
Mohamadou foi preso em condomínio na Barra da Tijuca, onde alugou apartamento para a Copa. Existe a suspeita de que o francês organizou a quadrilha, que agiu nos Mundiais do Japão e Coreia do Sul, em 2002, Alemanha, em 2006, e África do Sul, em 2010.
Um dos presos trabalha para três seleções, que não foram divulgadas, e tinha direito a 50 entradas por partida. Cada uma era vendida por 1.000 euros — aproximadamente R$ 3 mil. As contas bancárias de todos os envolvidos foram bloqueadas pela Justiça
Fifa não irá se pronunciar sobre o assunto
O departamento de imprensa da Fifa informou que não irá se pronunciar pois não foi informada oficialmente sobre o assunto pelas autoridades locais.Todos os envolvidos no esquema estão com prisão temporária decretada, com cinco dias de duração. Na próxima segunda-feira, o delegado irá pedir a prisão preventiva dos envolvidos, com prorrogação para 30 dias. Os suspeitos estão presos no complexo de presídios de Bangu.
Em Copacabana, dois americanos e uma italiana, sem qualquer relação com a quadrilha chefiada pelo francês Mohamadou Lamine Fofana, também foram presos por vender ingressos para a Copa em um hotel do bairro. Eles acabaram flagrados, enquanto entregavam os bilhetes para um cliente.
Os valores variavam entre R$ 8 mil e R$ 15 mil, dependendo da fase da competição no Brasil.

Fonte: O Dia



Radicais islâmicos invadem aldeia cristã e crucificam nove pessoas

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Imagem: Reprodução
Guerrilheiros do ISIS invadiram a província cristã de Aleppo, no norte do país, e crucificaram nove homens em praça pública
O Observatório Sírio dos Direitos Humanos vem divulgando constantemente os horrores da guerra na Síria. Tendo se iniciado há mais de três anos, já resultou em 162 mil mortos e mais de nove milhões forçados a saírem de suas casas.
No embate entre as forças do governo e os rebeldes, de duas facções islâmicas distintas, os cristãos foram pegos no fogo cruzado e são o grupo que mais sofre nessa guerra. Quando os rebeldes invadem as aldeias e cidades cristãs da Síria, geralmente punem seus moradores por não servirem a Alá e por serem aliados do governo do presidente Bashar al-Assad, que nunca perseguiu os cristãos do país.
Os guerrilheiros do exército do Estado Islâmico no Iraque e na Síria (ISIS), vem chamando atenção da mídia internacional pelas demonstrações de crueldade nesta guerra. Seu objetivo declarado é criar um estado islâmico em áreas sunitas do Iraque e na Síria.
Imagem: Reprodução
Em maio deste ano, os terroristas também invadiram a cidade de Raqqa. Nos corpos de cristãos crucificados foram colocadas faixas, com os dizeres: “Este homem lutou contra os muçulmanos”.
Desde o início deste ano, os cristãos de Raqqa precisam pagar uma espécie de “imposto de proteção”. Os cultos não muçulmanos foram proibidos, assim como o uso de símbolos religiosos cristãos
No último final de semana, deram dois sinais claros que as coisas estão saindo de controle novamente. Após as eleições recentes, esperava-se que o ritmo da guerra diminuísse e a paz fosse negociada.
Porém, foram divulgadas imagens da ação do ISIS na província cristã de Aleppo, no norte do país. Nove homens foram crucificados em público. A acusação era de apostasia (afastar-se da verdadeira fé muçulmana). Um deles, que não teve seu nome divulgado, conseguiu sobreviver depois de ficar crucificado por oito horas. Ele contou que foram torturados após os jihadistas invadirem sua aldeia, e condenados a pagar por sua falta de fé.
Os corpos dos demais homens ficaram na praça principal da vila por três dias, como um sinal de força do ISIS. No início do mês passado, foram divulgadas imagens de cristãos sendo crucificados por soldados do ISIS na cidade de Raqqa.
Neste domingo (29), uma gravação postada na internet anunciou para o mundo que os jihadistas do ISIS estão restabelecendo o califado. Esse regime político, desaparecido há um século, significa na prática que seu líder, Abu Bakr al-Baghdadi, agora é o califa, e portanto será o líder dos muçulmanos em todas as partes do mundo.
Segundo o que essa organização terrorista, que nasceu no seio da Al-Qaeda, tem divulgado, pretendem instituir um regime fundamentalista islâmico em todo o Oriente Médio e norte da África. Isso pode ser visto como uma declaração de guerra a Israel, a quem eles prometeram aniquilar. Também pode ser encarado como uma ameaça real a todos os cristãos que vivem nessas áreas.

Fonte: Telegraph, Yahoo e Gospel Prime

PSDB oficializa Beto Richa como candidato ao Governo do Paraná Convenção estadual do partido ocorreu neste domingo (29), em Curitiba.

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O governador Beto Richa teve a candidatura à reeleição confirmada neste domingo (29), na convenção do Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB). O encontro reuniu lideranças da legenda, como o vice-governador Flávio Arns, o presidente da Assembleia Legislativa Valdir Rossoni, o senador Álvaro Dias, Mário Celso Cunha, Ademar Traiano  e ainda de partidos que anunciaram apoio a candidatura de Richa. A convenção foi realizada no clube Paraná Clube, em Curitiba.
"Essa é uma oportunidade para refletir sobre o que fizemos nos últimos quatro anos e no que ainda podemos fazer pelo Paraná. O meu sentimento é de dever cumprido, mas ainda há muito trabalho a ser feito. Somos capazes de realizar mudanças consistentes e melhorar a qualidade de vida dos paranaenses", disse Beto Richa.
Dos 200 delegados convidados, 114 comparecem na convenção estadual e, por unanimidade decidiram apoiar a candidatura de Beto Richa e de uma coligação única para senador, deputados federais e estaduais.
O partido também confirmou Álvaro Dias a candidato ao senado. Dias argumentou que o partido precisa assegurar a vitória no primeiro turno. "Vamos prestar contas do nosso trabalho, denunciando os escandalos de corrupção e assumindo compromissos com a população para melhorar a vida dos moradores do estado", disse o senador do PSDB.
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