domingo, agosto 31, 2014


Testemunhas de Jeová: STJ diz não ser crime impedir transfusão de sangue

0


Imagem: DivulgaçãoUm casal de Testemunhas de Jeová foi condenado por não autorizar a transfusão de sangue em sua filha, de 13 anos, que sofria de leucemia. Com a morte da garota, em 1993, eles foram acusados de homicídio doloso e iriam a júri popular. Porém, nesta semana, dois ministros do Supremo Tribunal de Justiça (STJ), Sebastião Reis e Maria Thereza, concederam um habeas corpus aos pais dizendo que não é homicídio impedir a transfusão de sangue.
O caso aconteceu em São Vicente, litoral de São Paulo. A garota Juliana Bonfim da Silva ficou dois dias internadas antes de morrer, a transfusão de sangue seria a única alternativa para ela, mas os pais – um policial reformado e uma lavadeira – não autorizaram o procedimento.
Para o Ministério Público eles mataram a filha por motivos religiosos, o Tribunal de Justiça de São Paulo manteve a denúncia e em 2010 ordenou que os pais fossem a júri popular.
A decisão do STJ não é definitiva, pois falta o voto de dois ministros, mas mesmo se der empate a decisão reverte para os réus. O advogado do casal, Aberto Toron, comemorou a decisão e afirmou que ela reafirma a liberdade religiosa.
“É um julgamento histórico porque reafirma a liberdade religiosa e a obrigação que os médicos têm com a vida. Os ministros entenderam que a vida é um bem maior, independente da questão religiosa”, disse ele ao jornal ‘Folha de São Paulo’.

Fonte: Gospel Prime

Após término, Marquezine busca apoio espiritual em igreja evangélica

0


Imagem: Reprodução Instagram
Bruna Marquezine posa com bíblia antes de
embarcar para Barcelona
A atriz Bruna Marquezine, após terminar recentemente o namoro com o jogador Neymar, tem buscado apoio na fé. No último dia (18), ela esteve em um culto da igreja Hillsong, em Los Angeles, nos Estados Unidos. Ela postou alguns vídeos e trechos de músicas da banda.
“Tu És, Tu És, Tu És minha liberdade. Nós Te exaltamos, nós Te exaltamos. Teu amor, Teu amor, Teu amor nunca termina”. A música, chamada ‘Alive’, fala sobre restauração. “Estava perdido com o coração partido. Tu me capturaste, agora sou separado. Das cinzas eu nasço outra vez”, diz outro trecho da canção.
Recentemente, Bruna tem postado, em suas redes sociais, diversos trechos bíblicos, frases que falam de Deus e fotos em cultos evangélicos.
No culto, Bruna estava acompanhada de Stéphannie Oliveira, que está com ela em Los Angeles. Em uma entrevista dada a revista TPM, em março deste ano, a atriz, que foi criada no catolicismo, contou que estava frequentando igrejas. “Muitos amigos citam Freud e tal. Meu manual é a Bíblia. Sou uma pessoa de fé, cristã, frequento igrejas evangélicas. Meu caminho está traçado”, disse na época.
Bruna começou a frequentar cultos após o início do namoro com Neymar. O jogador também tem criação evangélica e frequentava a denominação Batista no litoral de São Paulo. Já Bruna, passou a frequentar o grupo jovem Soul da Esperança, também da igreja Batista, no Rio de Janeiro. Na Copa do Mundo, quando o jogador sofreu uma lesão, Bruna postou uma passagem bíblica e uma mensagem de fé para o então namorado. “O Deus que nós servimos é milagroso e vai te curar de uma maneira inexplicável, que a palavra final é Dele, e não de médico nenhum”. Antes da viagem para Barcelona, Bruna posou com uma bíblia e também falou sobre fé. “Oração é a chave para o paraíso mas a fé destranca portas”.

Fonte: EGO

Discurso do PSDB conduz programa de Marina.

0

Marina Silva apresenta programa com fio condutor tucano. Documento de 250 páginas propõe enxugar o Estado, facilitar lucros, reaproximar-se dos EUA e confirma Banco Central independente

marina silva programa de governo
Apresentado nesta sexta-feira (29), programa de governo de Marina Silva tem política econômica tucana (divulgação)
A presidenciável Marina Silva (PSB) lançou seu programa de governo nesta sexta-feira 29 com uma política econômica igual à defendida pelo PSDB nesta eleição e em anteriores. Marina propõe diminuir o tamanho do Estado com o corte de ministérios e gastos públicos, medidas facilitadoras dos lucros empresariais, reduzir a ação dos bancos estatais para que os privados possam fazer mais negócios e a busca de uma reaproximação comercial com os Estados Unidos, entre outras coisas.
Ao contrário dos tucanos, porém, Marina comprometeu-se a com uma ideia polêmica: “Assegurar a independência do Banco Central o mais rapidamente possível, de forma institucional, para que ele possa praticar a política monetária necessária ao controle da inflação”.
Caso uma lei como a proposta por Marina seja aprovada, o BC não terá mais de se subordinar ao presidente da República ou ao ministro da Fazenda. Terá liberdade para tomar decisões sobre, por exemplo, as taxas de juros. Era uma bandeira de Eduardo Campos, morto em 13 de agosto. Quando Campos e Marina se uniram e começaram a desenhar o programa de governo do PSB, ela discordava da ideia, segundo Maria Alice Setúbal, amiga da ex-ministra, herdeira do banco Itaú e uma das responsáveis pelo programa. Marina acabou, porém, se convencendo a defender a proposta.
Roberto Amaral, presidente do partido pelo qual Marina concorre à Presidência, é contra a proposta. Já tinha essa posição quando o candidato do PSB ainda era Campos, mas foi derrotado em debates internos, pois o falecido ex-governador era o então dirigente máximo da sigla. Amaral também discorda das posições econômicas liberal-conservadoras dos dois principais assessores de Marina no tema, André Lara Resende, um dos idealizadores do Plano Real, e Eduardo Giannetti da Fonseca.
Com a promessa de independência ao BC, Marina tenta conquistar o apoio do sistema financeiro e do alto empresariado, especialmente o paulista. Os dois grupos não querem a reeleição de Dilma Rousseff (PT), mas hesitam em aderir à campanha marinista. Não sabem ao certo que tipo de governo ela faria. Preferiam apoiar o candidato Aécio Neves, do PSDB, partido com quem têm mais afinidade. A entrada de Marina na eleição, contudo, mostrou que ela tem mais chances de vencer Dilma – ao menos conforme se vê nas mais recentes pesquisas.
Na terça-feira 26, assessores marinistas reuniram-se com banqueiros e investidores estrangeiros em São Paulo para tentar mostrar como seria um governo Marina. O encontro foi promovido por Maria Alice, conhecida como Neca, e pelo Itaú BBA, um dos braços do banco Itaú.
Ao encampar a política econômica tucana, Marina forçou Aécio Neves a defender mais abertamente a agenda histórica do PSDB. Desde o início da campanha, o senador mineiro tinha evitado se expor tão abertamente, por receio da propaganda petista. A comparação entre os dados de emprego e renda nos governos Dilma e Lula com os oito anos da gestão Fernando Henrique era o centro da estratégia dilmista. Uma proposta de lei de independência do BC está em discussão no Senado por iniciativa de um tio de Aécio, o senador Francisco Dornelles, do PP do Rio. O tucano preferiu, contudo, evitar o tema, com medo da propaganda do PT, segundo a qual a independência do BC dará mais poder os banqueiros para aumentar os juros e estimular o desemprego.
Principal assessor econômico de Aécio, Armínio Fraga, presidente do BC na gestão FHC, andava sumido desde o início da eleição, em 6 de julho. Com a ameaça representada por Marina a sua candidatura, Aécio liberou Armínio para voltar à cena. Esperava convencer o sistema financeiro e o alto empresariado de que o PSDB ainda seria a melhor aposta contra o PT. Nos últimos dias, Fraga deu entrevista à revista Veja e publicou artigo no jornal Folha de S. Paulo. Ao participar do primeiro debate televisivo entre os presidenciáveis, na terça-feira 26, na Band, Aécio anunciou que Fraga será seu ministro da Fazenda, caso ele seja eleito.
O programa de governo de Marina também propõe uma reaproximação comercial com os Estados Unidos, a exemplo do que consta da agenda econômica do PSDB. A filosofia é a mesma que vinha sendo defendida por Campos. Enquanto esteve na campanha, o falecido candidato dizia defender “negociações maduras” com o governo norte-americano. A relação entre os dois países está em marcha lenta desde a descoberta da espionagem praticada pelos EUA contra Dilma, cidadãos e empresas brasileiros. Quando Campos morreu, a Casa Branca divulgou uma nota lamentando o fato.
Fon te:Carta Capital

Dilma e Marina empatam em nova pesquisa Datafolha

0

Marina Silva empata com Dilma Rousseff já no primeiro turno, de acordo com a nova pesquisa Datafolha. Ambas aparecem com 34%. Aécio Neves cai e tem apenas 15% das intenções de votos

pesquisa datafolha dilma marina aécio
Marina Silva empata com Dilma Rousseff em nova pesquisa datafolha para a eleição presidencial. Aécio Neves está cada vez mais fora da disputa (Imagem: Pragmatismo Político)
A segunda pesquisa Datafolha para as eleições presidenciais após a morte de Eduardo Campos foi divulgada nesta sexta-feira (29). O levantamento mostra a ascensão da candidata do PSB, Marina Silva, que aparece com 34%, empatada com Dilma Rousseff (PT), que tem os mesmos 34%. Aécio Neves, do PSDB, tem 15% das intenções de votos.
Na pesquisa Ibope, divulgada no início desta semana, Dilma tinha 34%, Marina 29% e Aécio 19%.

Pesquisa estimulada

Dilma Rousseff (PT) – 34%
Marina Silva (PSB) – 34%
Aécio Neves (PSDB) – 15%
Pastor Everaldo (PSC) – 2%
Luciana Genro (PSOL), Eduardo Jorge (PV), Zé Maria (PSTU), Eymael (PSDC), Levy Fidelix (PRTB), Mauro Iasi (PCB) e Rui Costa Pimenta (PCO) somam, todos juntos, 1%.
Brancos/Nulos – 7%
Indecisos – 7%

Pesquisa espontânea

Na modalidade espontânea da pesquisa (em que o pesquisador somente pergunta ao entrevistado em quem ele pretende votar, sem apresentar a lista de candidatos), os resultados são os seguintes:
Dilma Rousseff: 27%
Marina Silva: 22%
Aécio Neves: 10%
Outras respostas: 3%
Em branco/nulo/nenhum: 3%
Não sabe: 32%

Segundo turno

No cenário em que Marina enfrenta Dilma, a candidata do PSB aparece com 10 pontos a mais do que a petista. 50% contra 40%. Em outra simulação, com Dilma tendo Aécio Neves como adversário, a atual presidente vence o candidato tucano por 48% a 40%. O Datafolha não simulou um embate entre Marina Silva e Aécio Neves.

Rejeição

Dilma Roussef: 35%
Aécio Neves: 22%
Marina Silva: 15%
O Datafolha ouviu 2.874 eleitores em 178 municípios entre os dias 28 e 29 de agosto. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos.
Fonte: Pragmatismo politico
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...