sábado, março 28, 2015


Cristãos são proibidos de realizar cultos no Cazaquistã

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Imagem: DivulgaçãoO pastor e os membros da Igreja Presbiteriana Rakhym, em Almaty, no Cazaquistão, foram proibidos de realizar atividades religiosas, tais como reuniões de oração e cultos de adoração a Deus aos domingos, no prédio que utilizam como templo.
De acordo com a nova lei religiosa do Cazaquistão, adotada em 2011, é proibido exercer atividade religiosa em edifícios destinados a habitação. O prédio da igreja Rakhym está oficialmente no “fundo” de um local de residência, o que significa que o espaço tem fins de moradia.
Para mudar a documentação do lugar utilizado como templo trocando a categoria que o caracteriza como “fundo” de uma habitação ou simplesmente redefinir a finalidade do edifício para religioso (ou seja, destinado a atividades religiosas), é necessário apresentar os documentos para os comitês agrários e arquitetônicos da administração da cidade. O processo pode se arrastar por anos e muitas igrejas já tiveram as solicitações de mudança de objetivo dos terrenos e edifícios negadas, o que faz com que as igrejas tenham de ficar fechadas ou passar a atuar de maneira ilegal.
Recentemente, um pastor da Igreja Presbiteriana Rakhym foi convocado a comparecer na administração da cidade, onde lhe foi dito que a proibição da atividade religiosa foi legítima e a igreja não tem o direito de continuar suas atividades religiosas.
Ore para que o Senhor traga uma solução para que os membros da igreja possam continuar se reunindo para louvar e adorar a Deus.

Fonte: Portas Abertas

Por que o PMDB tem medo do fim do financiamento privado de campanha?

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A pressa do PMDB para aprovar a sua "reforma política" tem nome. O segredo para compor uma grande bancada? Simples: muito dinheiro empresarial. Por isso que o PMDB tem pavor do fim do financiamento privado de campanha

pmdb eduardo cunha renan calheiros
Eduardo Cunha e Renan Calheiros, os caciques do PMDB
Desde a Constituinte de 1988, os partidários da reforma política de diversos matizes ideológicos acumularam sucessivos fracassos nas mais diversas tentativas de mudar as regras partidárias e eleitorais. Agora, o PMDB, que é um dos partidos com maior pulverização ideológica do Congresso, conseguiu a façanha de alinhavar um consenso interno em torno de propostas de mudança na legislação, arregimentar apoios de outros partidos e dar uma velocidade ímpar ao debate. O PMDB, hoje, tem condições de articular a aprovação de uma emenda constitucional (que precisa do apoio de 3/5 dos deputados e senadores) para manter a salvo o financiamento privado de campanha e derrubar o sistema proporcional. Isso se articula em torno da PEC Vaccarezza, cuja tramitação anda a passos largos na Comissão Especial e pode chegar ao plenário no próximo mês.
Embora os líderes do partido não deem mais do que declarações óbvias sobre o tema, existem indícios suficientes de que o financiamento privado de campanha é o centro dos interesses da cúpula peemedebista.
O partido, que lançou candidato a presidente da República pela última vez em 1998, é um dos principais destinos dos financiamentos empresariais.
O grande poder do PMDB é sua bancada parlamentar, que faz dele, sempre, o principal partido dos governos de coalizão que se formam desde FHC. É em torno dessa grande bancada – que tem capacidade de voto e veto nas votações legislativas – que esse dinheiro se mobiliza. No momento, todavia, o financiamento empresarial de partidos e campanhas eleitorais encontra-se sob duplo ataque: de forças políticas que o consideram como o grande fator de corrupção da política, e querem proibi-lo; e do Supremo Tribunal Federal, que não declarou ainda a inconstitucionalidade desse tipo de financiamento porque o ministro Gilmar Mendes pediu vistas ao processo, no meio do julgamento, e retarda a decisão.
A Coalizão pela Reforma Política Democrática, liderada pela OPAB e pela ABI e com o apoio de mais de 103 entidades representativas da sociedade civil, por sua vez, empreende um trabalho de mobilização para conseguir as 1,5 milhão de assinaturas necessárias para tornar um projeto de lei como de iniciativa popular. A proposta proíbe o financiamento empresarial e permite o financiamento de pessoas físicas apenas no limite de R$ 700,00 por pessoa.
A pressa da Comissão Especial de Reforma Política convenientemente poderia transformar a permissão para o financiamento privado em norma constitucional antes que o STF declare inconstitucional essa prática de angariação de fundos, e antes que o projeto de lei consiga os apoios necessários para adquirir o status de projeto de iniciativa popular, que teria uma força política muito maior para tramitar no plenário.
Se o PMDB conseguir, com a manobra liderada pelo presidente da Câmara, Eduardo Cunha, aprovar a emenda constitucional liberando o financiamento privado, poderá manter o alto custo de campanhas parlamentares, que garantem ao partido grandes bancadas e, em consequência, um igual poder de coação junto a qualquer governo, seja ele de que partido for.
Um balanço das doações das principais empresas implicadas na Operação Lava Jato, por exemplo, indicam que o PMDB, sem candidato a presidente da República, dividiu de forma praticamente igualitária esses recursos com o PT e com o PSDB, ambos com candidatos presidenciais com chances de vitória.
A soma das doações legais feitas pelas Galvão Engenharia, Odebrecht, UTC, Camargo Correa, OAS, Andrade e Gutierrez, Mendes Jr, Iesa, Queiroz Galvão, Engevix, Setal, GDK, Techint, Promon, MPE e Skanska foi de R$ 222.570.081,00. Deste dinheiro, 25% foram para o PT, 24% para o PSDB e 21% para o PMDB. O PSB, com a candidata que ficou em terceiro lugar na disputa, ficou com 7%. Nas eleições de 2010, essas empresas contribuíram legalmente com R$ 135.516.000,00. O PMDB ficou com a maior fatia, de 24%, seguido do PT, com 23%,e do PSDB, com 20%.
Fonte: Carta Maior

segunda-feira, março 23, 2015


Por que Aécio Neves não age como Cid Gomes?

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Cid Gomes disse mais em um minuto de sua fala na Câmara dos Deputados do que o senador e candidato derrotado à Presidência Aécio Neves deveria dizer como oposição, mas nunca poderá nem conseguirá dizer

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Cid Gomes (PROS) e Aécio Neves (PSDB) (Imagem: Pragmatismo Político)
Numa semana em que a a mídia tradicional turbinou a repercussão das manifestações “contra a corrupção” de domingo passado, o fato político realmente relevante aconteceu dentro do plenário da Câmara, quando o agora ex-ministro da Educação Cid Gomes (Pros) disse em alto e bom som que aquela Casa Legislativa abriga “achacadores – gente que só pensa em vantagem pessoal e partidária em vez de atuar republicanamente na construção de uma sociedade equilibrada e de um país que tenha como meta e missão a erradicação de toda forma de injustiça.
As declarações de Cid Gomes mostram que a oposição ao governo federal também vive seu inferno astral, em franca crise política, por escolher o caminho do quanto pior, melhor. É inegável que a imagem dos parlamentares cronicamente opositores está desgastada.

Fonte:Opera Mundi

sábado, março 21, 2015


Decisão inédita do a STF reconhece a adoção de crianças por casal gay

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Casal homoafetivo comemora decisão histórica e inédita do STF. "Os guardiões da Constituição falaram: 'vocês são família'. Isso nos dá segurança jurídica, dá cidadania 100%"

adoção casal gay brasil
Família de Toni Reis venceu: adoção por casal gay foi reconhecida pelo STF
A ministra Cármen Lúcia, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou o recurso extraordinário do Ministério Público do Paraná contra o casal Toni Reis e David Harrad, que entrou com processo de pedido de adoção em 2005. Após 10 anos de disputa judicial, eles finalmente foram reconhecidos como família.
No texto, a ministra argumentou que o conceito de família não pode ser restrito e, com regras de visibilidade, continuidade e durabilidade, também deve ser aplicado a pessoas do mesmo sexo. Decisão do STF segue linha oposta à Câmara dos Deputados, que se prepara para aprovar um conservador Estatuto da Família, que rechaça diferentes núcleos familiares.
“O conceito contrário implicaria forçar o nosso Magno Texto a incorrer, ele mesmo, em discurso indisfarçavelmente preconceituoso ou homofóbico”, justificou a ministra. Disse Cármen Lúcia, “a isonomia entre casais heteroafetivos e pares homoafetivos somente ganha plenitude de sentido se desembocar no igual direito subjetivo à formação de uma autonomizada família”.
A decisão de Cármen Lúcia foi baseada na decisão do plenário do Supremo que reconheceu em 2011, por unanimidade, a união estável para parceiros do mesmo sexo. Na ocasião, o ministro aposentado Ayres Britto, então relator da ação, entendeu que “a Constituição Federal não faz a menor diferenciação entre a família formalmente constituída e aquela existente ao rés dos fatos. Como também não distingue entre a família que se forma por sujeitos heteroafetivos e a que se constitui por pessoas de inclinação homoafetiva”.

Casal comemora

A decisão foi muito comemorada, em uma noite “regada a pizza e vinho tinto”, pelos cinco membros da família. Toni e David têm três filhos, adotados no Rio de Janeiro, em processos comandados pela juíza Mônica Labuto: Alyson, de 14 anos, é o mais velho, adotado há quatro anos, e os irmãos Jéssica, de 11 anos, e Filipe, de 9 anos, chegaram há um ano. Depois do processo, eles levaram as crianças para o Paraná.
“Quem tem o STF do seu lado tem tudo. Eles (os ministros) são os guardiões da Constituição e falaram: ‘vocês são família’. Isso nos dá segurança jurídica, dá cidadania 100%. Eu estou muito orgulhoso de ser brasileiro, estou muito feliz. Temos segurança jurídica e o Supremo do nosso lado”, disse Toni.
Leia a íntegra da decisão do STF:
“A Constituição Federal não faz a menor diferenciação entre a família formalmente constituída e aquela existente ao rés dos fatos. Como também não distingue entre a família que se forma por sujeitos heteroafetivos e a que se constitui por pessoas de inclinação homoafetiva. Por isso que, sem nenhuma ginástica mental ou alquimia interpretativa, dá para compreender que a nossa Magna Carta não emprestou ao substantivo “família” nenhum significado ortodoxo ou da própria técnica jurídica. Recolheu-o com o sentido coloquial praticamente aberto que sempre portou como realidade do mundo do ser. Assim como dá para inferir que, quanto maior o número dos espaços doméstica e autonomamente estruturados, maior a possibilidade de efetiva colaboração entre esses núcleos familiares, o Estado e a sociedade, na perspectiva do cumprimento de conjugados deveres que são funções essenciais à plenificação da cidadania, da dignidade da pessoa humana e dos valores sociais do trabalho. Isso numa projeção exógena ou extramuros domésticos, porque, endogenamente ou interna corporis, os beneficiários imediatos dessa multiplicação de unidades familiares são os seus originários formadores, parentes e agregados. Incluído nestas duas últimas categorias dos parentes e agregados o contingente das crianças, dos adolescentes e dos idosos. Também eles, crianças, adolescentes e idosos, tanto mais protegidos quanto partícipes dessa vida em comunhão que é, por natureza, a família. Sabido que lugar de crianças e adolescentes não é propriamente o orfanato, menos ainda a rua, a sarjeta, ou os guetos da prostituição infantil e do consumo de entorpecentes e drogas afins. Tanto quanto o espaço de vida ideal para os idosos não são os albergues ou asilos públicos, muito menos o relento ou os bancos de jardim em que levas e levas de seres humanos abandonados despejam suas últimas sobras de gente. Mas o comunitário ambiente da própria família. Tudo conforme os expressos dizeres dos artigos 227 e 229 da Constituição, este último alusivo às pessoas idosas, e, aquele, pertinente às crianças e aos adolescentes.
Assim interpretando por forma não-reducionista o conceito de família, penso que este STF fará o que lhe compete: manter a Constituição na posse do seu fundamental atributo da coerência, pois o conceito contrário implicaria forçar o nosso Magno Texto a incorrer, ele mesmo, em discurso indisfarçavelmente preconceituoso ou homofóbico. Quando o certo – data vênia de opinião divergente – é extrair do sistema de comandos da Constituição os encadeados juízos que precedentemente verbalizamos, agora arrematados com a proposição de que a isonomia entre casais heteroafetivos e pares homoafetivos somente ganha plenitude de sentido se desembocar no igual direito subjetivo à formação de uma autonomizada família. Entendida esta, no âmbito das duas tipologias de sujeitos jurídicos, como um núcleo doméstico independente de qualquer outro e constituído, em regra, com as mesmas notas factuais da visibilidade, continuidade e durabilidade.”
Fonte:Opera Mundi

Estados Unidos preparam cerco contra a Venezuela

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Obama prepara cerco à Venezuela. A História como farsa: EUA tentam repetir, contra Caracas, campanha de desestabilização lançada por Ronald Reagan para sufocar revolução nicaraguense, nos anos 1990. Agora, chances são menores

obama venezuela maduro
Mark Wisbrot, Counterpunch. Tradução: Vila Vudu
Em 10 de março, a Casa Branca deu mais um passo rumo ao teatro do absurdo, ao declarar “emergência nacional com respeito à inusual e extraordinária ameaça à segurança nacional e à política exterior dos EUA que se manifesta na situação na Venezuela” – como o presidente Obama escreveu em carta que enviou ao presidente do Congresso, John Boehner.
Falta ver se alguém, do valente corpo de jornalistas que cobre a Casa Branca, terá coragem de perguntar o que, afinal, o chefe do executivo da nação mais poderosa do universo pensou que estivesse dizendo na tal carta. O quê?! Estará a Venezuela financiando iminente ataque de terroristas contra os EUA? Planeja invadir território norte-americano? Está construindo bomba atômica?
A quem essa gente pensa que engana? Alguns alegaram que o linguajar tinha de ser esse, porque é o que a lei dos EUA exige, para impor a mais recente rodada de sanções contra a Venezuela. Mas não melhora coisa alguma alegar, como se fosse defesa, que a lei norte-americana autoriza o presidente a dizer mentiras à vontade, para contornar o que não queira confessar.
Foi precisamente o que fez o presidente Ronald Reagan em 1985, quando fez declaração semelhante para impor sanções – inclusive um embargo econômico – contra a Nicarágua.
Como Obama em 2015, Reagan também tentava derrubar governo eleito que não agradava a Washington. Conseguiu usar violência paramilitar e terrorista, além de um embargo, no esforço bem-sucedido para destruir a economia da Nicarágua e, afinal, derrubar o governo do país. (Em 2007, os sandinistas voltaram ao poder e são hoje o partido governante.) O mundo andou adiante. Washington, não.
A Venezuela conta hoje com o forte apoio dos países vizinhos contra o que praticamente todos os governos na América Latina veem como tentativa do governo Obama para desestabilizar o país.
Fonte:Pragmatismo

sexta-feira, março 20, 2015


A coisa é uma criança de colo

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Em entrevista à GloboNews, nesta quinta 19/03, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso refutou a declaração da presidente Dilma segundo a qual "a corrupção é uma senhora idosa no Brasil". Para FH, o petrolão, cartel de empresas que montou, com a ajuda de funcionários, esquema criminoso de desvio de verbas da estatal para sustentar o caixa de partidos aliados ao governo, não tem nada de velho. "Isso é um fato novo. Essa corrupção não é uma senhora idosa, é uma mocinha, um bebê quase", afirmou o tucano. 

"Não sou homofóbico, mas casal de lésbica na TV é agressão"

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Levy Fidelix diz que irá recorrer da decisão judicial que o condenou a pagar multa de R$ 1 milhão por homofobia. Em seguida, o ex-presidenciável chamou os personagens homossexuais em novelas de "agressão ao povo brasileiro" e disse que culpa por sua condenação "é do PT"

Levy Fidelix (Imagem: Alice Vergueiro / Futura Press)
Levy Fidelix (Imagem: Alice Vergueiro / Futura Press)
O ex-candidato à Presidência da República Levy Fidelix (PRTB) disse que irá recorrer da decisão judicial que o condenou a pagar multa de R$ 1 milhão pelas declarações homofóbicas que deu durante um debate transmitido pela TV Record na campanha eleitoral de 2014.
Na ocasião, Fidelix afirmou que “dois iguais não fazem filho” e que “aparelho excretor não reproduz”. Hoje, em entrevista coletiva na Câmara dos Deputados, o ex-candidato negou que seja homofóbico e disse que estava apenas expressando a sua opinião.
“Não sou de maneira nenhuma homofóbico, nem ataquei ninguém”, afirmou. “Foi um ponto fora da curva. Eu respondi à cidadã, à candidata Luciana Genro ( PSOL ), sobre a questão homoafetiva. Eu tenho direito de pensar diferente. Ela tem direito de pensar diferente. No calor das palavras, se eventualmente eu fui forte e firme, isso é natural”, continuou.
Fidelix, no entanto, disse que suas palavras no debate foram “pertinentes”.
“As declarações feitas naquela oportunidade foram pertinentes porque eu estava respondendo à questão homoafetiva. Eu disse ‘sou contra’, e continuo sendo contra. Eu estava representando o povo brasileiro, que visceralmente é contra esses movimentos. Todo mundo sabe.”

Novelas

Na sequência, o ex-candidato afirmou que as novelas da TV Globo representam uma “agressão ao povo brasileiro”. Como exemplos, ele citou a novela Império, que terminou na última sexta-feira e tinha um personagem homossexual vivido pelo ator José Mayer, e também a nova novela Babilônia, que estreou ontem e já no primeiro capítulo exibiu um beijo entre as atrizes Nathália Timberg e Fernanda Montenegro, que formam um casal de senhoras lésbicas.
“A Globo está lá com suas novelas. Terminou Império, aquela agressão ao povo brasileiro. Começou Babilônia, uma agressão ao povo brasileiro. Então nós temos uma inversão de valores no País. As pessoas estão querendo impor convicções que nós não estamos acostumados a tê-las”, afirmou. “Não está regulamentado na Constituição Federal outra coisa que não seja que a família é formada por homem e mulher”, completou.

A culpa é do PT

Na entrevista, Fidelix disse ainda que acredita que a condenação ao pagamento de multa seja “perseguição do PT”.
A ação por danos morais contra Fidelix foi aberta pela Defensoria Pública de São Paulo e aceita pelo Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP), que determinou a aplicação da multa. Na sentença, a juíza Flavia Poyares Miranda disse que Fidelix “ultrapassou os limites da liberdade de expressão, incidindo em discurso de ódio e pregando a segregação do grupo LGBT”.
Fonte:Terra Magazine

quinta-feira, março 19, 2015


Moradores do Jd Cristina em Mandaguari reclamam de coleta de lixo

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Segundo reclamação de vários moradores do Jardim Cristina, ainda é insatisfatório o trabalho da Prefeitura de Mandaguari, no que diz respeito a coleta de lixo. O serviço foi terceirizado e a população paga, e bem pago pelo serviço. Mas há o lixo que é oriundo das árvores, por todo o Jardim Cristina há sacos cheios de folhas que estão na frente das residências, sem que seja recolhido. Solicita-se providências por parte da Prefeitura para este atendimento.








Cid Gomes pede demissão após peitar o Presidente da Câmara dos Deputados

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Cid Gomes não é mais ministro da Educação. Após peitar o presidente da Câmara, Eduardo Cunha, e fazer discurso duro contra deputados, o PMDB ameaçou abandonar a base aliada do governo Dilma caso Cid não fosse demitido

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Cid Gomes pede demissão após PMDB exigir sua saída do cargo. O então ministro da educação atacou duramente o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ) [Imagem: Gustavo Lima/ Câmara dos Deputados]
O ministro da Educação, Cid Gomes, pediu demissão na tarde desta quarta-feira (18) à presidente Dilma Rousseff, que aceitou. O pedido ocorreu logo depois de o ministro participar na Câmara dos Deputados de sessão em que declarou que deputados “oportunistas” devem sair do governo.
“A minha declaração na Câmara, é óbvio que cria dificuldades para a base do governo. Portanto, eu não quis criar nenhum constrangimento. Pedi demissão em caráter irrevogável”, declarou o ministro.
Do plenário, o presidente da Câmara, Eduardo Cunha, chegou a anunciar a demissão antes mesmo de ter sido oficializada. “Comunico à Casa o comunicado que recebi do chefe da Casa Civil [ministro Aloizio Mercadante] comunicando a demissão do ministro da Educação, Cid Gomes”, anunciou Cunha no plenário.
Depois, a Presidência da República divulgou nota oficial com o seguinte teor: “O ministro da Educação, Cid Gomes, entregou nesta quarta-feira, 18 de março, seu pedido de demissão à presidenta Dilma Rousseff. Ela agradeceu a dedicação dele à frente da pasta.”

Embate

Cid Gomes foi convocado pelos deputados a prestar esclarecimentos após declarar que a Câmara tem “uns 400 deputados, 300 deputados que achacam”. O então ministro da Educação afirmou também que deputados da base aliada que têm cargos na administração federal deveriam “largar o osso”.
Durante seu discurso, Cid subiu o tom e chegou a apontar o dedo ao presidente da casa, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), dizendo que prefere ser acusado pelo peemedebista de ser “mal educado”, a ser acusado de “achacar” empresas, no esquema de corrupção da Petrobras.
“Eu fui acusado de ser mal educado. O ministro da Educação é mal educado. Eu prefiro ser acusado por ele [Eduardo Cunha] do que ser como ele, acusado de achaque, que é o que diz a manchete da Folha de S.Paulo”, afirmou Cid Gomes. Ele disse ainda que muitos parlamentares que integram a base de sustentação do governo agem com “oportunismo”
As declarações geraram fortes ataques dos parlamentares em plenário. Lideranças do PMDB e da oposição pediram a demissão do ministro, que logo depois confirmada.
Fonte: Agência Brasil

Benjamin Netanyahu surpreende, derrota a esquera e vence eleição em Israel.

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Benjamin Netanyahu surpreende e vence eleição em Israel. Direitista Likud conquista 30 cadeiras no Parlamento, consolidando vitória sobre o centro-esquerdista União Sionista, de Herzog, que obteve 24 vagas

Benjamin Netanyahu israel eleições
Direita vence eleições em Israel. Partido de Benjamin Netanyahu conquista maioria das cadeiras no Parlamento (divulgação)
O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, superou as expectativas dos analistas ao vencer as eleições legislativas dessa terça-feira (17).
No momento em que a contagem dos votos estava praticamente concluída, o partido de Benjamin Netanyahu – o Likud (direita) – tinha garantido, nesta manhã, 30 dos 120 assentos do Parlamento israelense, contra 24 da coligação de centro-esquerda União Sionista.
Antes da votação, as pesquisas mostravam os dois candidatos no mesmo nível, com 27 lugares para cada uma das respectivas formações políticas.
“Contra todas as expectativas, conseguimos grande vitória para o Likud (…) para o campo nacional (…) para o povo de Israel”, disse o primeiro-ministro no discurso da vitória, em Tel Aviv, onde integrantes do Likud celebraram a vitória com festejos que se prolongaram pela noite.
O líder da União Sionista, Isaac Herzog, reconheceu a derrota e felicitous Netanyahu pelo terceiro mandato consecutivo.
“Falei há poucos minutos com o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu. Felicitei-o pela vitória e desejei-lhe sorte”, afirmou, afastando qualquer hipótese de coligação.
Netanyahu prometeu estabelecer um novo governo nas próximas semanas, lembrando que já falou com os líderes de outros partidos de direita, de cujo apoio precisa para formar uma coligação majoritária.
“O primeiro-ministro tem a intenção de começar a formar o governo imediatamente, de forma a terminar a tarefa dentro de duas a três semanas”, anunciou o partido em comunicado.
Netanyahu tinha colocado a segurança em destaque na sua campanha eleitoral, argumentando que ele era o único capaz de proteger Israel de uma ameaça nuclear iraniana e que nunca iria permitir que os palestinos estabelecessem uma capital no leste de Jerusalém.
Em resposta, os palestinos prometeram intensificar a campanha diplomática para a criação de um Estado palestino.
“É claro que o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu vai formar o próximo governo. Por isso dizemos, de uma forma muito clara, que iremos para o Tribunal Penal Internacional de Haia e que vamos acelerar, prosseguir e intensificar” todos os esforços diplomáticos, disse à agência noticiosa AFP o negociador principal, Saeb Erekat.
Fonte: Agência Lusa / Agência Brasil

EUA estão agindo para desestabilizar a América Latina, diz historiador

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Cientista político e historiador Moniz Bandeira denuncia modus operandi dos EUA para desestabilizar as democracias na América Latina. No caso do Brasil, iniciativas como a criação dos Brics e a escolha do regime de partilha para a exploração do pré-sal despertaram a ira de Washington

moniz bandeira eua américa latina
O cientista político e historiador Luiz Alberto de Vianna Moniz Bandeira (divulgação)
O cientista político e historiador Luiz Alberto de Vianna Moniz Bandeira denunciou nesta terça-feira (17) que os Estados Unidos, por meio de órgãos como CIA, NSA (Agência Nacional de Segurança) e ONG´s a eles vinculadas, continuam na tentativa de desestabilizar governos de esquerda e progressistas da América Latina. Moniz Bandeira disse que “evidentemente há atores, profissionais muito bem pagos, que atuam tanto na Venezuela, Argentina e Brasil, integrantes ou não de ONGs, a serviço da USAID, Now Endowment for Democracy (NED) e outras entidades americanas, para desestabilizar esses países, com a utilização de instrumentos que incluem protestos de rua”.
“As demonstrações de 2013 e as últimas, contra a eleição da presidente Dilma Rousseff, não foram evidentemente espontâneas”, disse o cientista político. “Os atores, com o suporte externo, fomentam e encorajam a aguda luta de classe no Brasil, intensificada desde que um líder sindical, Lula, foi eleito presidente da República. Os jornais aqui na Alemanha salientaram que a maior parte dos que participaram das manifestações de domingo, dia 15, era gente da classe média alta para cima, dos endinheirados”, disse Moniz Bandeira, que reside na Alemanha e é autor de vários livros sobre as relações Brasil—EUA.
No caso do Brasil especificamente, citou iniciativas do PT e aliados que contrariam Washington, como a criação do Banco do Brics , uma alternativa ao FMI e ao Banco Mundial e o regime de partilha para o pré-sal, que conferiu papel estratégico à Petrobras, deslocando as petroleiras estrangeiras. Ele lembrou também que a presidenta Dilma foi espionada pela NSA e não se alinhou com os Estados Unidos em outras questões de política internacional, entre as quais a dos países da América Latina..
Confira a entrevista na íntegra:
1)O líder do PT na Câmara, Sibá Machado, comentou nas redes sociais que a CIA tem atuado nas tentativas de desestabilização de governos democráticos na América Latina . Como o senhor avalia isso, diante de vários episódios históricos que mostram os EUA por trás da desestabilização de governos de esquerda e progressistas?
R – Washington há muito tempo está a criar ONGs com o fito de promover demonstrações empreendidas, com recursos canalizados através da USAID, National Endowment for Democracy (NED) e CIA; Open Society Foundations (OSF), do bilionário George Soros, Freedom House, International Republican Institute (IRI), sob a direção do senador John McCain, etc. Elas trabalham diretamente com o setor privado, municípios e cidadãos, como estudantes, recrutados para fazerem cursos nos Estados Unidos. Assim o fizeram nos países da Eurásia, onde de 1989 ao ano de 2000 foram criadas mais de 500.000, a maioria das quais na Ucrânia. Outras foram organizadas no Oriente Médio para fazer a Primavera Árabe.
A estratégia é aproveitar as contradições domésticas do país, os problemas internos, a fim de agravá-los, gerar turbulência e caos até derrubar o governo sem recorrer a golpes militares. Na Ucrânia, dentro do projeto TechCamp, instrutores, a serviço da Embaixada dos Estados Unidos, então chefiada pelo embaixador Geoffrey R. Pyatt, estavam a preparar, desde pelo menos 2012, especialistas, profissionais em guerra de informação e descrédito das instituições do Estado, a usar o potencial revolucionário da mídia moderna – subvencionando a imprensa escrita e falada, TVs e sites na Internet – para a manipulação da opinião pública, e organização de protestos, com o objetivo de subverter a ordem estabelecida no país e derrubar o presidente Viktor Yanukovych as demonstrações contra o presidente Yanukovych, em fevereiro de 2014.
Essa estratégia baseia-se nas doutrinas do professor Gene Sharp e de Political defiance, i. e., o desafio político, termo usado pelo coronel Robert Helvey, especialista da Joint Military Attache School (JMAS), operada pela Defence Intelligence Agency (DIA), para descrever como derrubar um governo e conquistar o controle das instituições, mediante o planejamento das operações e mobilização popular no ataque às fontes de poder nos países hostis aos interesses e valores do Ocidente (Estados Unidos). Essa estratégia pautou em larga medida a política de regime change, a subversão em outros países, sem golpe militar, incrementada pelo presidente George W. Bush, desde as chamadas “revoluções coloridas” na Europa e Eurásia, assim como na África do Norte e no Oriente Médio. Explico, em detalhes e com provas, como essa estratégia se desenvolve em meu livro A Segunda Guerra Fria, e, no momento estou a pesquisar e escrever outra obra – A desordem mundial – onde aprofundo o estudo o que ocorreu e ocorre em vários países, sobretudo na Ucrânia.
2)Além da CIA, como os EUA atuam contra os governos de esquerda da América Latina.
R – Não se trata de uma questão ideológica, mas de governos que não se submetem às diretrizes de Washington. Uma potência mundial, como os Estados Unidos, é mais perigosa quando está a perder a hegemonia do que quando expandia seu Império. E o monopólio que adquiriu após a II Guerra Mundial de produzir a moeda internacional de reserva – o dólar – está a ser desafiado pela China, Rússia e também o Brasil, que está associado a esses países na criação do banco internacional de desenvolvimento, como alternativa para o FMI, Banco Mundial etc. Ademais, a presidenta Dilma Rousseff denunciou na ONU a espionagem da NSA, não comprou os aviões – caça dos Estados Unidos, mas da Suécia, não entregou o pré-sal às petrolíferas americanas e não se alinhou com os Estados Unidos em outras questões de política internacional, entre as quais a dos países da América Latina.
3) O governo da Venezuela tem denunciado a participação de Washington em tentativas de golpe. O mesmo poderia estar acontecendo em relação ao Brasil?
R – Evidentemente há atores, profissionais muito bem pagos, que atuam tanto na Venezuela, Argentina e Brasil, integrantes ou não de ONGs, a serviço da USAID, Now Endowment for Democracy (NED) e outras entidades americanas. Não sem razão o presidente Vladimir Putin determinou que todas as ONGs fossem registradas e indicassem a origem de seus recursos e como são gastos. O Brasil devia fazer algo semelhante. As demonstrações de 2013 e as últimas, contra a eleição da presidente Dilma Russeff, não foram evidentemente espontâneas. Os atores, com o suporte externo, fomentam e encorajam a aguda luta de classe no Brasil, intensificada desde que um líder sindical, Lula, foi eleito presidente da República. Os jornais aqui na Alemanha salientaram que a maior parte dos que participaram nas manifestações de domingo, dia 15, era gente da classe média alta para cima, dos endinheirados.
4) Que interesses de Washington seriam contrariados, pelo governo do PT, para justificar a participação da CIA e de grupos empresariais de direita, como os irmãos Koch (ramo petroleiro) , no financiamento de mobilizações contra Dilma? O pré-sal, por exemplo?
R – Os interesses são vários como expliquei acima. É muito estranho como começou a Operação Lava-Jato, partir de uma denúncia “premiada”, com ampla participação da imprensa, sem que documentos comprobatórios aparecessem. O grande presidente Getúlio Vargas já havia denunciado, na sua carta-testamento, que “a campanha subterrânea dos grupos internacionais aliou-se à dos grupos nacionais revoltados contra o regime de garantia do trabalho. (…) Contra a justiça da revisão do salário mínimo se desencadearam os ódios. Quis criar liberdade nacional na potencialização das nossas riquezas através da Petrobras e, mal começa esta a funcionar, a onda de agitação se avoluma. A Eletrobrás foi obstaculizada até o desespero. Não querem que o trabalhador seja livre. Não querem que o povo seja independente”.
5) Como o senhor interpreta o surgimento de grupos de direita no Brasil, com agenda totalmente alinhada aos interesses dos EUA?
R – Grupos de direita estão no Brasil como em outros países. E despertaram com a crise econômica deflagrada em 2007-2008 e que até hoje permanece, em vários países, como o Brasil, onde irrompeu com mais atraso que na Europa. E a direita sempre foi fomentada pelos interesses de Wall Street e do complexo industrial nos EUA, que é ceivado pela corrupção, e onde a porta giratória – executivos de empresas/secretários do governo – nunca deixa de funcionar, em todas as administrações.
6) Há, entre os organizadores dos protestos, gente fracamente favorável à privatização da Petrobras e das riquezas nacionais, com um evidente complexo de vira-latas diante dos interesses estrangeiros. Como analisar esse movimento à luz da história brasileira?De novo o nacionalismo versus entreguismo?
R – Está claro que, por trás da Operação Lava-Jato, o objetivo é desmoralizar a Petrobras e as empresas estatais, de modo a criar as condições para privatizá-las. Porém, estou certo de que as Forças Armadas não permitirão, não intervirão no processo político nem há fundamentos para golpe de Estado, mediante impeachment da presidenta Dilma Rousseff, contra a qual não há qualquer prova de corrupção, fraude eleitoral etc., elemento sempre usado na liturgia subversiva das entidades e líderes políticos que a USAID, NED e outras entidades dos EUA patrocinam.
Fonte:Brasil 247

quarta-feira, março 18, 2015


Descontentamento do povo

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Se o domingo de manifestações já havia sido demolidor, o Datafolha de hoje, que mostra uma vertiginosa e impressionante queda na aprovação popular (13%!) de Dilma, deve ter gerado dores de cabeça excruciantes na chefe da nação. E por mais que o PT tente circunscrever o descontentamento aos "coxinhas" (tucanos) - documento reservado do Planalto reconhece que País vive "o caos político" -, o descontentamento é amplo, motivado pela roubalheira na Petrobras e mentiras no horário eleitoral petista. Dilma tá pagando a língua, mentira tem perna curta. 

domingo, março 15, 2015


Dilma defende manifestações:"Na minha época quem protestava ia para a cadeia".

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Ao comentar os atos deste domingo, Dilma Rousseff defendeu o direito à livre manifestação. "Sou de uma época em que quem se manifestava ia direto para a cadeia, era chamado de subversivos e nomes piores. Hoje, neste país, nós temos o direito de protestar"

manifestação dilma impeachment
Manifestações contra Dilma Rousseff ocorreram em todo o Brasil neste domingo (15)
A presidente Dilma Rousseff divulgou em sua página oficial no Facebook um vídeo no qual defende a “livre manifestação”.
A presidente também publicou um texto destacando que os protestos devem ser pacíficos, sem violência. “Valorizo muito o fato de que, hoje no Brasil, as pessoas podem se manifestar livremente e não podemos aceitar qualquer tipo de violência que impeça esse direito. Sou a favor da democracia”.
No vídeo, a presidente destaca que é de uma época em que não era possível organizar protestos nas ruas. “[O governo] não tem o menor interesse, o menor intuito nem tampouco o menor compromisso com qualquer processo de restrição da livre manifestação. Neste país, nós temos o direito de manifestar. O que não temos o direito é de ser violentos. Sabemos que isso não pode acontecer”, disse.
“A livre manifestação é algo que o Brasil tem de defender e tem, ao mesmo tempo, de defender que ela seja de forma pacífica”, complementou.
Nesta sexta-feira (13), milhares de pessoas fizeram em mais de 20 estados atos a favor de Dilma e da Petrobras. Neste domingo (15), as manifestações são contra o governo Dilma.
Fonte: Pragmatismo

A quem interessa o impeachment de Dilma?

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A quem interessa o impeachment de Dilma? Educador enumera quem são e quais são os interesses dos que se beneficiariam com o impedimento da atual presidente do Brasil

impeachment Dilma Rousseff Renan Calheiros pmdb
A quem interessa o impeachment de Dilma? (Imagem: Pragmatismo Político)
Desde que ocorreu a última eleição presidencial, na qualDilma Rousseff foi reeleita como presidente ou presidenta do Brasil, iniciaram os movimentos para a sua derrubada. Houve várias tentativas e formas, primeiro para que nem fosse diplomada, depois que não tomasse posse e que fosse cassado o registro da Dilma e de seu vice Michel Temer e, em seu lugar, o candidato que ficara em segundo lugar, ou seja, Aécio Neves ocupasse a presidência. Como nada disso deu certo, iniciou-se uma movimentação nacional para tentar o impeachment de Dilma Rousseff, tendo como fundamento a grave crise política gerada a partir da Operação Lava-Jato que investiga o bilionário desvio de recursos da Petrobrás, apelidado de Petrolão.
Não quero aqui ser advogado da Dilma, nem do PT, nem de ninguém. Quero unicamente fazer uma reflexão sobre o que está por trás de todo esse movimento de impeachment.
Para começar, Impeachment é um ato político e não tem nada a ver com o Judiciário como alguns estão imaginando. No dicionário encontraremos a seguinte explicação: “Impeachment é uma expressão inglesa usada para designar a cassação de um chefe do Poder Executivo. Significa também impedimento, impugnação de mandato, retirar do cargo uma autoridade pública do poder Executivo“. Portanto, que fique claro, que isto é um procedimento do Poder Legislativo. Em outras palavras, um ato político.
Pergunto: quem atualmente, em sua grande maioria compõe o novo Congresso Nacional? Vários deles são suspeitos e sendo acusados na Operação Lava Jato. Para dar um exemplo, segundo já publicado e veiculado na mídia impressa e televisiva, dez dos 15 deputados indicados até o momento para a nova CPI da Petrobrás receberam doações nas últimas eleições, algo em torno de R$ 1 milhão e novecentos mil reais, das empreiteiras citadas na operação Lava Jato e prováveis alvos da CPI criada.
Não. Esse país não é sério. São estes que estão propondo o impeachment de Dilma. A primeira coisa a ser deixada bem clara é que, caso isso de fato ocorresse, é que no caso de seu impedimento quem assume a presidência é o vice Michel Temer. Ora, o que significa isto, sob o ponto de vista político? Michel Temer é do PMDB, que está tão envolvido com toda esta roubalheira da Petrobrás e de tantas outras empresas quanto o PT. Também não tenho medo de afirmar que todos os partidos, uns mais e outros em menor escala estão envolvidos com irregularidades. Partido político no Brasil virou um grande negócio.
Outra coisa que tem que ser lembrado neste momento é que os governos estão a serviço das grandes empreiteiras e empresas, muitas delas multi e transnacionais. Estas, por sua vez, são altamente especializadas e envolvem e financiam políticos, governos e governantes, pois controlam todo um sistema econômico. Não é por acaso, que tantos empresários estão presos ou respondendo por crime nesta ação. Não tem inocente nesta história.
Portanto pergunto novamente: a quem interessa o impeachment? Para muitos, o impeachment acalmaria uma parte da sociedade e os enganaria, tentando mostrar que todo o problema estaria resolvido. Ledo engano.
Eu sou uma testemunha viva, como muitos que lerão este artigo, do impeachment do presidenteFernando Collor de Melo. Também fui um “cara pintada” em Belém do Pará, levando alunos do Ensino Fundamental para as ruas, com as caras pintadas, tarjas pretas e gritos de ordem. Confesso que me envolvi neste movimento nacional, por motivações ideológicas, acreditando piamente que estava ajudando a moralizar o país. Mas afinal, valeu a pena isto tudo?
O processo de impeachment de Collor foi aprovado no Congresso Nacional por 441 votos a favor e 38 contra, no dia 29 de setembro de 1992, quando foi afastado do governo. Ele renunciou no dia 29 de dezembro daquele ano o que não impediu a finalização do processo. Na época, ele foi acusado por mais de 100 crimes, entretanto no dia 12 de dezembro de 1994, o Supremo Tribunal Federal inocentou Collor do crime de corrupção passiva do qual era acusado. Dos demais crimes, foi absolvido da mesma forma, tendo como advogado o ex-deputado e condenado no mensalão o advogado criminalista Roberto Jefferson. Mais tarde, Collor retornou à vida pública, deu a volta por cima e atualmente é Senador da República.
Quem estava com Collor na época, também era o atual presidente do Senado Federal Renan Calheiros, poderoso e também acusado de corrupção. Caso viesse a ocorrer o impeachment de Dilma,Renan seria o maior beneficiado com todo o processo. Portanto, pergunto novamente: Vale a pena? A quem interessa?
Nossa luta não pode ser por um processo de impeachment, mas sim contra a corrupção. Esta sim deve ser combatida, e ressalte-se, está em todos os partidos e no DNA de grande parte dos políticos que se dizem representantes do povo. Estes, não representam o povo, mas unicamente as grandes empresas, os oligopólios, as transnacionais que os bancam para que ajam em favor de seus interesses econômicos.
Espero sinceramente, que todos os envolvidos com a corrupção, empresários, políticos ou mesmo representantes de outros poderes, seja
na Petrobrás ou qualquer outra empresa, sejam punidos.
Para finalizar, lembro o que tenho dito a meus alunos de Comunicação Social, que grande parte da mídia está a serviço desta onda e por este motivo cito Joseph Pulitzer, inspirador do principal prêmio de imprensa e literatura nos EUA: “Com o tempo, uma imprensa cínica, mercenária, demagógica e corrupta formará um público tão vil como ela mesma“.
Fonte:Wolfgang Teske, Conexão Tocantins

quarta-feira, março 11, 2015


Futebol de domingo é antecipado para não atrapalhar protesto contra Dilma

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Jogo oficial válido pela 10ª rodada do campeonato paulista é antecipado para o horário da manhã para não coincidir com manifestação anti-Dilma. Partida estava inicialmente marcada para as 16h. Determinação partiu da secretaria de Segurança Pública

dilma protesto domingo 15/03
Jogo do Palmeiras no domingo é antecipado por conta de manifestação contra presidente Dilma Rousseff
Ivan Longo, Revista Fórum
Domingo (15) tem futebol pela manhã em São Paulo. E não é o futebol com os amigos e nem uma partida de futsal pela televisão, mas um jogo oficial válido pela 10ª rodada do campeonato paulista, entre Palmeiras e XV de Piracicaba. Inicialmente marcada para 16h – como acontece com boa parte dos demais jogos oficiais do estado aos domingos – a partida foi antecipada para às 11h da manhã, por uma determinação da secretaria de Segurança Pública.
O motivo? A manifestação contra a presidenta Dilma Rousseff, marcada para a parte da tarde do mesmo dia no vão livre do Masp, quase 8 quilômetros distante do local onde será realizado o jogo – no estádio do Palmeiras, o Allianz Parque.
A justificativa? “Segurança”. De acordo com o secretário de Segurança Pública, Alexandre Moraes, o evento esportivo não poderia acontecer na parte da tarde, período em que estão “previstas manifestações na capital paulista”. “Haverá manifestação popular, por isso a Polícia Militar terá de concentrar todo o contingente policial para trabalhar em cima da manifestação, e não do jogo”, explicou o coronel Marcos Marinho, Diretor de Segurança da Federação Paulista de Futebol (FPF).
O caso, no entanto, soa no mínimo estranho quando analisado com cautela. A justificativa da segurança até parece plausível em um primeiro momento, mas, dado o cenário que está se desenhando em cima dessa manifestação somado a alguns fatos que giram em torno dessa justificativa, não fica difícil entender que a segurança não é a única razão da alteração.
De acordo com o coronel Marinho, da FPF, no último jogo do Palmeiras (Palmeiras X Brangantino), no sábado (7), foi mobilizado um contingente com cerca de 115 policiais. Como a partida deste domingo não é nenhum clássico, o contingente de PMs deve ser parecido. A torcida será composta, praticamente, apenas por palmeirenses. Isto é, as chances de um conflito e, consequentemente, da necessidade de uma mobilização maior de policiais, será praticamente nula.
PM no estádio X PM na manifestação: medida desnecessária
A Polícia Militar no estado de São Paulo conta com um contingente total de mais de 90 mil homens. Nas últimas manifestações populares que aconteceram na cidade, foram mobilizados cerca de mil PMs em cada. Nas partidas de futebol que não são clássicos, como já dito, a média é de 115 policiais.
Somente esses dados já dão uma dimensão de que o número de policiais necessários para o evento esportivo é irrisório perto da quantidade de homens que a polícia tem à disposição e daqueles que são, efetivamente, mobilizados para manifestações.
Guaracy Mingardi, ex-secretário de Segurança Pública de Guarulhos, cientista político e especialista no assunto, vai além. Ele lembra que a PM já tem tropas especiais para cada situação.
Não há nenhuma necessidade [de fazer a alteração do horário do jogo]. Primeiramente por que, a princípio, espera-se que o protesto seja pacífico. Segundo que a Polícia Militar já é organizada para atender diferentes demandas ao mesmo tempo. Tem a Tropa de Choque, tem a Rota, que certamente não vai ser usada em protesto, tem a cavalaria, tem um batalhão específico pra manifestações e tem um específico para eventos esportivos”, explicou.
Nesse sentido, é inevitável que as motivações apresentadas pela secretaria do governo de Geraldo Alckmin (PSDB) sejam colocadas em dúvida. “Deve ter alguma coisa política envolvida… Eles podem querer que a atenção não seja dividida com o protesto, querer que mais gente vá a manifestação, tirando gente do jogo de futebol. É estranho, mas aí não posso ser preciso”, comentou Mingardi.
O Diretório Municipal do PT  recebeu com estranheza a notícia da mudança de horário do jogo por conta do protesto. “Muito estranha a decisão da mudança, porque não é comum que os jogos tenham seu horário alterado em razão de eventos na cidade, e muito menos de uma manifestação. Esperamos que não haja nessa decisão da Secretaria de Segurança Pública nenhuma outra questão senão uma preocupação técnica e baseada em critérios objetivos”, afirmou o vereador Paulo Fiorilo, presidente do diretório.
Preocupação com o transporte público: antes não tinha, agora tem
A secretaria de Segurança Pública informou ainda que, além da questão da segurança, a mudança de horário do jogo se faz necessária pois os o término dos dois eventos poderia coincidir, o que poderia “acarretar sobrecarga no transporte público, dificultando a vida da cidade”.
Essa preocupação com a locomoção das pessoas em dia de manifestação também é pouco usual. Ao longo desse e de outros anos, em diversas ocasiões, a Polícia Militar fechou estações de Metrô em pleno funcionamento para impedir o trânsito de manifestantes. Em alguns atos, inclusive, a PM chegou a invadir estações e disparar bombas de gás e balas de borracha contra manifestantes e usuários.
Aparentemente há um tratamento bem diferente do governo estadual com a manifestação de domingo em relação a outras manifestações que vinham ocorrendo até então na capital.
É tudo pela “segurança”.
Fonte Pragmatismo.

Marina Silva critica movimento pró-impeachment

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Em evento na Universidade de Harvard, EUA, Marina Silva criticou indiretamente o movimento pró-impeachment: “Governo não é como camisa que se troca todo dia”. Grupo de brasileiros que vive em Miami organiza para o próximo domingo um protesto contra Dilma Rousseff

marina silva impeachment
Marina Silva, ex-senadora e ex-presidenciável (divulgação)
Em evento realizado na Universidade de Harvard, nos EUA, a ex-candidata à presidência pelo PSB, Marina Silva, criticou indiretamente o movimento pró-impeachment que ocorre no Brasil desde as eleições, em outubro passado. Ela afirmou que “as pessoas devem ter maturidade com suas escolhas” e que governo “não é como uma camisa que se troca todo dia”. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Em evento fechado com os alunos da universidade, Marina também falou sobre o “grave problema com a corrupção” vivido pelo país. Para a ex-ministra, “a corrupção não é um problema da Dilma, do Lula, do Fernando Henrique, nem do Collor, nem do Sarney. É um problema nosso (da sociedade)”, e “enquanto se achar que o problema é deles, vamos continuar tendo esse problema”.
Questionada sobre temas como os protestos contra a presidente Dilma Rousseff (PT) e a Operação Lava Jato, Marina preferiu não se manifestar diretamente. Segundo a matéria do Estadão, ela estaria “ouvindo muitas pessoas e conversando com políticos, acadêmicos, jovens, mulheres e comunidades” sobre esses assuntos.
Marina foi homenageada em Harvard em uma exposição fotográfica chamada “Inspiring Change, Inspiring Us” (Inspirando mudanças, inspirando todos nós). As homenageadas foram escolhidas por um grupo de alunos, professores e autoridades.
A biografia de Marina feita pelos organizadores fala da dedicação dela às causas de justiça social, contra o desmatamento e preservação do meio ambiente. Também fala de sua luta contra a expulsão de comunidades indígenas de suas terras.

Impeachment via Miami

Reduto de brasileiros, a cidade de Miami, nos Estados Unidos, foi o local que registrou maior percentual de votos no candidato Aécio Neves (PSDB) nas eleições de 2014 para a presidência da República. Nenhum município no Brasil superou a marca de 91,79% de votos válidos para o tucano, contra 8,21% de Dilma Rousseff.
Decepcionado com a vitória da petista, um grupo de brasileiros que vive na cidade norte-americana organiza para o próximo domingo (15) um protesto a favor do impeachment, fazendo coro com outras manifestações que ocorrerão no mesmo dia. A convocação está sendo feita pelas redes sociais e tem cerca de 450 pessoas confirmadas. Além das pautas usuais dos manifestantes, como o fim da corrupção, a alta do dólar tem sido uma reclamação constante.

domingo, março 08, 2015


O Deputado Rogério Correia de Minas Gerais, conta tudo sobre Aécio e Furnas

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Por tudo isso, sem rodeios, o deputado Rogério Correia põe o dedo na ferida: “Aécio continuará impune, Janot?”

Deputado dis que arquivamento de investigação contra Aécio Neves é absurda

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Furnas: “É um absurdo o Janot não ter aberto inquérito contra Aécio Neves”, diz deputado. Parlamentares entregaram pessoalmente no gabinete do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, as supostas provas do envolvimento de Aécio no caixa 2 de Furnas

aécio neves furnas lava jato
Procurador Geral indicou arquivamento de denúncia contra Aécio Neves no processo da Lava Jato (Imagem: Jane de Araújo/Agência Senado)

Nesta terça-feira (4), o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, livrou Aécio Neves (MG) de inquérito na Lava Jato, apesar de o senador e presidente do PSDB ser citado na delação premiada do doleiro Alberto Youssef.
Janot contrariou os procuradores responsáveis pelo caso que teriam recomendado que se pedisse ao Supremo Tribunal Federal (STF) abertura de inquérito contra o tucano.
Segundo O Estado de S. Paulo, na delação premiada à qual teve acesso, Youssef afirmou “ter conhecimento” de que Aécio, na época em que era deputado federal, estaria recebendo recursos desviados de Furnas “através de sua irmã”.
O jornal prossegue:
“O doleiro disse que recolheu dinheiro de propina na empresa Bauruense cerca de dez vezes. Em uma delas, o repasse não foi feito integralmente e faltavam R$ 4 milhões. Youssef afirmou aos investigadores ter sido informado de que “alguém do PSDB” já havia coletado a quantia pendente. Indagado pelos procuradores, Youssef declarou não ter conhecimento de qual parlamentar havia retirado a comissão, mas afirmou que o então deputado federal Aécio Neves teria influência sobre a diretoria de Furnas e que o mineiro estaria recebendo o recurso “através de sua irmã”, segundo o texto literal da delação, sem especificar a qual das duas irmãs do senador ele se referia. O delator disse ainda “não saber como teria sido implementado o ‘comissionamento’ de Aécio Neves”. Na delação, o doleiro descreve que de 1994 a 2001 o PSDB era responsável pela diretoria de Furnas. Yousseff declarou que recebia o dinheiro de José Janene nas cidades paulistas de Bauru e de São Paulo e enviava o valor para Londrina ou Brasília.”
Janot, segundo o Estadão, pediu ao STF o arquivamento das investigações por considerar insuficientes as informações fornecidas pelo doleiro.
“Se realmente o Janot mandou arquivar o caso por falta de provas sobre o envolvimento de Aécio no caixa 2 de Furnas, eu tenho provas suficientes”, afirma o deputado estadual Rogério Correia (PT-MG). “Em Minas, todo mundo sabe que Aécio fazia caixa 2 em Furnas.”
“Eu posso encaminhar tudo para o Janot assim como para o ministro Teori Zavascki, que está cuidando da Lava Jato no STF, para que o Aécio não saia impune mais uma vez”, observa.
“Aliás, o Janot não pode dizer que não tem elementos para abrir investigação contra Aécio”, atenta Correia. “Há elementos de sobra, inclusive os trabalhos feitos pela Polícia Federal e pela procuradora federal Andrea Bayão, que agora trabalha na Procuradoria-Geral da República (PGR), em Brasília. Nós fomos até lá e entregamos pessoalmente no gabinete do Janot as provas do envolvimento de Aécio no caixa 2 de Furnas.”
De fato, em 13 de fevereiro de 2014, os deputados estaduais Rogério Correia, Pompílio Canavez e Adelmo Leão e o deputado federal Padre João, todos do PT de Minas, entregaram no gabinete do procurador-geral o pedido para análise da Lista de Furnas, a partir da denúncia feita em janeiro de 2012 pela procuradora Andrea Bayão.
“Nós pedimos também que levassem para o Supremo a Lista de Furnas, pois ela possui o nome de 156 políticos”, frisa Correia. “Se examinar a Lista de Furnas (na íntegra, no final deste post), vai ver que eles operaram no Brasil inteiro, a partir de Minas. Operaram pro Serra, Alckmin, Aécio…;”.
“O desvio de recursos públicos de Furnas foi para campanha tucana e aliados em todos os níveis: deputados, senadores e governador”, diz Rogério Correia. “O próprio Aécio recebeu R$ 5,5 milhões, conforme consta da lista. É bom lembrar que, em 1998, ele já tinha recebido 110 mil de mensalão tucano de Marcos Valério, que hoje significariam em torno de R$ 400 mil.”
A Lista de Furnas é de 2002 e diz respeito à eleição de Aécio Neves. Esse caso de corrupção irrigou, através de processos licitatórios fraudulentos em Furnas e empresas que fizeram “caixinha”, a campanha tucana daquele ano não só em Minas, mas também em São Paulo, Bahia e outros estados.
A Lista de Furnas já teve sua veracidade comprovada pelo Instituto Nacional de Criminalística da Polícia Federal (na íntegra, abaixo). E posteriormente o caso de corrupção foi atestado pelo relatório de 2012 da doutora Andrea Bayão, na época procuradora do Ministério Público Federal no Rio de Janeiro (na íntegra, abaixo).
“É um absurdo o Janot, mesmo sabendo disso tudo, não ter aberto inquérito contra o Aécio”, condena Correia. ” É muita má vontade de investigar um tucano, de novo.”
A propósito. Em 2011, o tucanos em conluio com a revista Veja disseram que Rogério Correia tinha falsificado a Lista de Furnas. Tentaram inclusive cassar o seu mandato. O deputado petista foi absolvido pelo Ministério Publico Estadual de Minas Gerais que comprovou a veracidade da lista.
Também por denunciar Furnas e os tucanos o jornalista Marco Aurélio Carone e o controvertido lobista Nilton Monteiro amargaram cadeia. O primeiro ficou preso quase dez meses e por pouco não morreu de ataque cardíaco. O segundo permaneceu dois anos em prisão preventiva sem nenhuma condenação.
Fonte: VI O MUNDO
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