Desenrolar de questões jurídicas podem mudar sucessão em Mandaguari






Até agora a posição do STF está indefinida em relação  a Lei Complementar 135/10, a Lei Ficha Limpa,ao ser validada, muita coisa poderá mudar na sucessão municipal em Mandaguari.E há quem diga que até a candidatura de Fachini poderá ficar comprometida, se houver sentença transitada em julgado contra a atual administração.

A lei nada mais é, que um filtro que vai de forma sutil banindo da disputa candidatos com pregressos e notórios contenciosos com a justiça, ou com histórico de malfeitores na vida pública. A validação desta lei pelo STF, como se espera, porque são fortes os sinais que o STF votará pela constitucionalidade da Lei, mudará completamente o quadro de postulantes às câmaras e prefeituras do país.




        

Diante deste quadro a sucessão municipal em Mandaguari aponta para um cenário de pura renovação. O caminho ficará aberto para novos nomes. Sem  Fachini e Stroher no páreo, quem seria o Candidato do Prefeito? E quais seriam os candidatos de oposição?
O candidato do Cileninho é evidente que seria o Eduardo Carvalho, ou o Presidente da Câmara,Alécio Bento da Silva Filho ou ainda o Vereador Marco Alípio Costa. Tendo do outro lado os oponentes que seriam: Charles Moía ou Marquinhos ou o vereador Nilton Botti no lugar de Stroher, a enfermeira Ivonéia Furtado costurando por outra via, o filho da terra, recém chegado à cidade e ex-prefeito de Marialva por três mandatos, proprietário da Rádio Ingamar e com várias propriedades em Mandagauri, Dr. Celso Martini, e a Presidente do Cecaf, advogada Sueli Chiarato.
Até lá muitas novidades poderão surgir.

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