sábado, julho 30, 2011


GRADUAÇÃO DE TEOLOGIA DO ESTEBAPE - TOLEDO PR.

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No último dia 29 de Julho do corrente, sexta feira, no templo da Igreja Batista do Calvário na cidade de Toledo-Pr. Aconteceu a cerimônia de colação de grau dos formandos dos cursos médio em teologia e bacharel em teologia do ESTEBAPE (Escola Superior de Teologia Batista Peniel). Ao todo foram 21 os formandos. A cerimônia teve abertura as 20:00 hs, com o chefe de cerimônia Pr. Vanuar Novaes de Umuarama-Pr. Onde inicialmente fez a apresentação da mesa de diretora, saudando todos os presentes, passando em seguida a palavra ao diretor administrativo do Estebape Pr. José Marcelo que anunciou oficialmente a abertura da sessão solene de colação de grau da turma 2011, onde o homenageado foi o Pr. Luis Gomes Neto. Na sequência o responsável pelo protocolo  conclama todos para cantar o hino nacional brasileiro. Em seguinda o Pr. Júlio de Paranavaí sola uma canção que faz alusão ao chamado ministerial. A sessão solene teve continuidade com a palavra do orador da turma Francisco Rodrigues de Telêmaco Borba-Pr  e o juramento feito pelo Pr. Resendo Rodrigues de Mandaguari. Chegado o momento da preleção o Pr. Nilson Manto Vanello de Mundo Novo-MS, falou aos presentes sôbre as adversidades que são peculiares na vida de um ministro, enfatizando que não podemos nos curvar diante do tempo ruim, uma verdadeira palavra de encorajamento.  Após a oração do preletor, toma a palavra o diretor acadêmico da Escola Superior de Teologia Batista Peniel, Pr. Juvercino Aguiar que oficializa a graduação dos presentes. Em seguida é feita a entrega dos canudos e logo após é declarada encerrada a sessão solene de colação de grau pelo Pr. José Marcelo, diretor administrativo do ESTEBAPE.
Pr. Resendo Rodrigues (Formando/Bacharel em teologia)

Pr. Juvercino Aguiar e Acadêmico Resendo Rodrigues
Formandos: Juliana Tamura, Pr. Maycon Bispo, Pr.Resendo Rodrigues


Pr.Resendo Rodrigues (Formando)
Formandos e Professores(Da direita para esquerda Professores: Pr. Rodrigo-Campo Mourão;Pr.Carlos José-Toledo,Pr.José Marcelo-Toledo-Pr, Pr.Juvercino Aguiar-Paranavaí-Pr, Pr. Nilson Manto Vanello-Mundo Novo-MS, Pr. Julio-Paranavaí-Pr, Pr. Vanuar Novaes-Umuarama-Pr.
Pr.Resendo Rodrigues e Pr. Luis Gomes Neto (Homenageado)

quinta-feira, julho 28, 2011


O APERTO DE MÃO DA FARSA E DO ENGÔDO

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        O mais lamentável no meio político é a enganação. Depois de alguns dias sem postar nada neste Blog, por estar envolvido em atividades acadêmicas. Confesso que fiquei pasmo ao entrar no  Site:Mandaguari Online e ver mais uma vez o aperto de mão do chefe da casa civil  e do ex-prefeito de Mandaguari.
        O que é mais vergonhoso é a notícia que é postada afirmando uma série de reinvindicações do ex-prefeito a cidade de Mandaguari. O ex-prefeito confere aos munícipes um atestado de burrice, como se a população não tivesse a compreensão de como tramita as coisas no Palácio das Iguaçu em Curitiba.
        Quem reivindica benefícios para o município com legitimidade são os vereadores e o prefeito. E diga-se de passagem, o prefeito de Mandaguari tem trabalhado incansavelmente a busca de recursos para a cidade, tanto a nível de governo de estado como na área federal. O ex-prefeito quer deixar transparecer para a população que ainda tem prestígio lá em Curitiba. Mas parece que esqueceu que o prefeito Cileninho tem um colamento afetivo e político muito acurado com o Governador Beto Richa. E ao meu ver a caneta que mais pesa lá em Curitiba não é a do Chefe da Casa Civil, mas sim do Governador. Vamos acordar minha gente!





segunda-feira, julho 18, 2011


VALDIR ROSSONI E BETO RICHA FANTASMAS E NEPOTISMO

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Quando assumiu a presidência da Assembléia Legislativa do Estado do Paraná, Valdir Rossoni, incorporou o espírito do cassador de marajás. Demitindo funcionários, moralisando a casa de leis, numa atitude mais que espalhafatosa, alardeando a imprensa com falsa moralidade. Passado 6 meses de mandato assistimos as mesmas cenas, as bocas da delação se propagam por meio da imprensa com argumentos
que complicam o Valdir Rossoni de Beto Richa. Eles estão bem conciliados, são os fantasmas da AL e o nepotismo vergonhoso no Palácio das Araucáias. A AL conta hoje com  mais de cinquenta funcionários que estão ganhando para nada fazer em casa. Enquanto que o nosso governador mauricinho é o campeão da apologia ao nepotismo.

sexta-feira, julho 15, 2011


MINISTÉRIO DOS TRANPORTES OU VULCÃO EM ERUPÇÃO?

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O  Ministério dos Transportes tem se tornado no calcanhar de Aquiles da Presidenta Dilma. A queda efeito dominó parece um ato contínuo entre os diretores do DNIT. Além dos acidentes ocorridos na pasta do Ministério dos transportes o pior são os horríveis que ocorrem todos os dias nas estradas brasileiras. O certo seria a Presidenta dar um basta nos desmandos do Ministério dos transportes a começar por um balanço nas principais estradas do Brasil.
O que sabemos é difícil acontecer, a coisa vai sendo protelada, porque é crise que decorre da famigerada aliança política, a grande promotora dos desvios de verbas. E pelo visto, ninguém põe a mão nesse balaio de gatos.
A semana foi marcada por um coquetel oferecido pela Presidente Dilma aos aliados. No dia anterior, deputados do PMDB e PT festejaram, ao lado de Ideli Salvati, diante de um bolo de noiva.
O bolo tinha os logos do PMDB e do PT. No alto, os bonecos dos noivos, Dilma, de vermelho, Temer de terno azul. A celebração é tanta que diante do que tem acontecido, querem passar para a opinião pública que vai tudo bem...

segunda-feira, julho 11, 2011


Homem sobe em penhasco para pegar flor para namorada e morre ao escorregar

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                                                  Resgate realizado pelo Corpo de Bombeiros durou cerca de quatro horas. (Foto: Luiz Guilherme Brandani / Divulgação tanosite.com)         
                                                Foto: Luiz Bannwart                                     
Um homem de 38 anos morreu após cair de um penhasco quando tentava pegar uma flor para a namorada por volta das 15h de sábado (9), em Joaquim Távora, região Norte do Paraná.De acordo com o Corpo de Bombeiros, o homem estava passeando com a namorada no 'Vale da Pirambeira' e teria escorregado de uma altura de 40 metros ao tentar alcançar uma orquídea para a moça.
O sargento Luiz Souza disse  que o resgate durou cerca de quatro horas e que a vítima foi encontrada com vida, mas acabou sofrendo uma parada cardíaca durante o trabalho de resgate. "Nós tentamos todos os procedimentos para tentar reanimá-lo, mas ele mão resistiu ao choque", afirmou Souza.
Souza disse também que o vale é  bastante visitado pela população do município e que a namorada, que teria solicitado a flor, estava aparentemente tranquila após a queda. "Não entendi direito, mas pude perceber que ela  não tinha 'noção' da altura e da gravidade da situação', relatou o sargento.

domingo, julho 10, 2011


AMBULÃNCIA NOVA COM UTI - SEM UTILIDADE A 6 MESES EM MANDAGUARI

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                    Equipamentos

 No último dia 06/07/2011 após três dias de aflição sob os parcos cuidados no PS de Mandaguari, o pai do meu amigo Edir Prisco, Sr. Aloisio tendo sofrido infarto teve que ficar a mercê da tão propalada central de vagas para o encaminhamento digno. As autoridades deveriam olhar com mais atenção para casos desta natureza. Se é coisa urgente não deveria ter a burocracia de ter que esperar vagas, deveria ter um mecanismo de agilidade para as solução dos problemas prementes. Após a interferências e sob ameça de acionar o ministério público as vagas surgiram.
   E com  o surgimento da vaga a questão ficou esbarrada em outro empecilho, o da ambulância apropriada com UTI móvel para deslocar o paciente para tratamento fora da cidade de Mandaguari. O que é uma vergonha para a nossa cidade, a ambulância veio de fora para atender uma necessidade aqui. Agora pasmem todos, fomos informados por um servidor do PS, que o Município de Mandaguari tem uma ambulância com UTI, e que está a 6 meses parada no pátio da secretaria de saúde por conta de burocracia do governo do estado, alegação do município.
   Fica aí um alerta ao Secretário de estado da Saúde do governo Beto Richa e também ao Secretário Wilson Quinteiro (secretário Especial de Relações com a Comunidade). Que intervenham para que burocracias oriundas do governo do estado não sejam impedimentos para a agilidade e funcionamento na saúde nos município. 
   Resta saber se a ambulância parada, não seja por parte do município uma forma de minimizar gastos. Se o motivo for este que Mandaguari disponibilize para outro município a ambulância.

sexta-feira, julho 08, 2011


Os Anabatistas e as raízes do Evangelho

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Ao longo de toda a Idade Média, numerosos grupos de crentes deixaram o cristianismo organizado dos seus dias, para experimentar uma fé mais viva, singela e real, conforme o padrão de fé e prática que encontravam na Bíblia. Foram perseguidos e martirizados aos milhares por causa do seu testemunho e, em algumas regiões, quase exterminados. No entanto, não foram destruídos totalmente e permaneceram ocultos, espalhados aqui e ali por toda a Europa, até o advento da Reforma. Então saíram novamente para a luz, animados pela chama que um remoto monge agustino tinha aceso ao cravar as suas 95 teses na porta da catedral de Wittenberg, por volta do ano 1517.
Estava nascendo a Reforma, e aquele desconhecido monge não podia suspeitar ainda que a pequena chama recém acesa, logo se converteria em uma fogueira que faria arder a Europa inteira, e transtornaria para sempre a história do cristianismo e ainda da própria civilização ocidental.
Martin Lutero acendeu a chama, mas muitos outros tinham trabalhado antes preparando a fogueira. Por isso, quando escutou o seu grito de batalha «só a fé e só a Escritura», os olhos de muitos se elevaram esperançados em torno da promessa do novo dia que parecia despontar no horizonte, entre as ruínas da decadente cristandade do seu tempo. No entanto, o dia chegou carregado de enormes contrastes, com uma tormenta de luzes e sombras, nuvens escuras e reluzentes raios de sol.
Os Reformadores protestantes procuraram retornar para a Bíblia como única norma de fé e conduta. Não obstante, aos olhos de muitos cristãos daqueles dias, a restauração que propiciaram não foi suficientemente radical e ficou, por assim dizer, a meio caminho. Estes «outros» irmãos procuraram uma restauração muito mais fundamental, que retornasse à mesma essência da igreja, tais como a encontravam nas páginas do Novo Testamento. Os seus inimigos os chamaram anabatistas, palavra grega que significa «rebatizadores», devido a sua rejeição do batismo infantil e sua forte ênfase na conversão individual, confirmada pelo batismo voluntário como sinal exterior. Mas eles, a si mesmos, simplesmente se chamavam «irmãos».
O início
Os historiadores datam usualmente a origem dos anabatistas em 1525, na cidade Suíça de Zurique. Ali o reformador Ulrico Zwinglio estava começando a reforma protestante em estreita aliança com os magistrados da cidade. Entre os seus mais precoces seguidores estavam dois brilhantes eruditos, que pertenciam a algumas das famílias mais abastadas da cidade: Conrad Grebel e Félix Manz. Este último era amigo próximo do reformador suíço. No entanto, muito em breve começaram a discordar de alguns dos seus ensinos, especialmente com relação à natureza da igreja e a salvação.
Zwinglio ensinou, no princípio, que a restauração da fé devia ser um retorno completo às Escrituras, e que tudo aquilo que não estivesse explicitamente contido nelas devia ser descartado. Manz e Grebel aderiram calorosamente a este princípio.
Não obstante, pouco depois, Zwinglio mudou de opinião, e desenvolveu o que deveria ser a postura protestante clássica, sustentada também por Lutero, e mais adiante por Calvino: Tudo aquilo que se encontra explicitamente proibido nas Escrituras deve ser descartado, enquanto que o resto pode ser mantido, enquanto não transgrida os seus ensinos. A magnitude desta divergência era enorme, pois permitia que muitos reformadores contemporizassem em diversos assuntos de prática eclesiástica com os príncipes e magistrados do seu tempo, a fim de garantir o seu respaldo à causa protestante. Na verdade, todos eles estavam, em maior ou menor grau, convencidos de que a reforma protestante não podia ter êxito sem o apoio político e militar dos príncipes.
Assim, Zwinglio tentou criar uma igreja nacional «a Suíça», que incluísse a todos os «cidadãos suíços» nela, sem importar se eram ou não verdadeiramente cristãos. Por esta e outras razões, continuou aceitando o batismo infantil, pois, logicamente, em seu conceito de igreja não cabiam a necessidade de conversão e regeneração individual.
Contra este estado de coisas reagiram Manz, Grebel e todos os outros anabatistas. Para eles, o princípio era inaceitável, pois violava o claro ensino da Escritura sobre a igreja como uma nação composta unicamente de homens e mulheres redimidos, visivelmente separados do mundo, e submetida somente à autoridade de Cristo a sua cabeça. Para nós hoje, esta verdade pode parecer óbvia, mas, por muitas razões não era assim para a maioria dos líderes protestantes.
Causas da divergência anabatista
Durante a longa noite medieval, a identidade entre igreja e cristandade, considerada esta última como a soma das nações cristãs, considerou-se um dogma incontrovertível da fé. Este modo de ver as coisas se originou com a conversão do imperador romano Constantino em 312 D. C., e em sua posterior confirmação do cristianismo como religião oficial do império. Logo veio outro imperador, Justiniano, que em seu famoso código declarou a religião exclusiva, e autorizou o uso da força e da espada contra os dissidentes, fossem «cismáticos» ou «hereges». Deste modo, cristianismo e império se fizeram quase sinônimos. O império protegia à igreja e a igreja legitimava o império. Podemos dizer, igreja e estado estavam unidos.
Desta paradoxal simbiose surgiu a cristandade medieval, depois da queda do império romano do ocidente. Esta queda produziu um imenso vazio de poder e organização dentro das zonas geográficas abrangidas pela desaparecida administração imperial e os povos que estavam sob o seu domínio. Mas, a igreja cristã organizada foi enchendo esse espaço, devido, em grande parte, de que nela tenha sobrevivido muito da organização e eficiência administrativa do império que muitos recordavam com nostalgia.
Não obstante, com o advento da Reforma, a situação política mudou, pois muitos dos príncipes e reis europeus estavam cansados de submeter-se ao que consideravam um domínio despótico e abusivo. No entanto, compreendiam que para obter a sua independência deveriam contar com o apoio do povo e para isso tinha que oferecer aos seus súditos uma religião que substituiria a oficial e os libertasse do controle que esta exercia sobre as suas consciências.
Mas deveria ser uma religião para «todos» os seus súditos, por assim dizer, nacional. Portanto, o seu apoio à Reforma esteve sempre condicionado por esta perspectiva e necessidade. Que não nos interprete mal. Sem dúvida, alguns deles foram crentes sinceros e piedosos, mas, indevidamente o seu horizonte político-cultural condicionou e limitou a sua visão da igreja, assim como a visão dos reformadores aos que prestaram o seu apoio político e militar.
Contra esta nova forma -união da igreja e do estado- os anabatistas reagiram, reconhecendo com clareza o engano da perspectiva de quem a sustentava e procurando lançar a luz da Palavra sobre este transcendental assunto por meios pacíficos.
Neste ponto se encontra a origem da tragédia anabatista. Comenta Ismael Amaya: «Sem dúvida que seria difícil encontrar na história da igreja um acontecimento mais triste que o caso dos anabatistas. Parecia que os anabatistas estavam contra todos, e todos contra eles. Posto que rejeitavam os ensinos tanto de Lutero como de Zwinglio, e também do catolicismo, foram vítimas de cruéis perseguições da parte de todos eles. Mas a sua rejeição da união entre a igreja e o estado, e do próprio estado, fez que as autoridades seculares os considerassem como insurretos. Segundo o conceito prevalecente daquela época, a separação entre a igreja e o estado era impossível. Ao afirmar esta doutrina, os anabatistas escolheram o sangrento caminho dos mártires, e seu martírio constitui em um monumento impressionante da Reforma.
Sacrificaram-se por um princípio que era inaceitável para a sociedade e a igreja do seu tempo. Como se opunham ao catolicismo, ao luteranismo, e ao zwinglianismo, a igreja os considerava hereges, e como rejeitavam o estado, este os tratava como rebeldes. Em conseqüência, foram vistos como inimigos pelos príncipes, pelos reformadores protestantes, e pelos líderes católicos, que os perseguiu sem piedade».
Muito em breve, esta discrepância levou, tanto a Grebel como a Manz, a distanciar-se de Zwinglio. Em 21 de janeiro de 1525, ambos foram batizados junto com alguns seguidores radicais de Zwinglio. Pois, depois de muito estudo e cuidadosa oração, tinham chegado à convicção de que deviam batizar-se uns aos outros. Este acontecimento marcou o começo do movimento anabatista. Para eles o batismo (que praticavam por rociamento ou «aspersão») era a única forma de testemunhar o verdadeiro arrependimento e a conversão pessoal. Em conseqüência, dentro de pouco tempo começaram a pregar e batizar crentes por toda a Suíça.
Zwinglio e os magistrados da cidade reagiram decretando severas leis contra quem se «rebatizava» (pois todos, a juízo deles, já tinham sido batizados quando meninos), incluindo a pena de morte por afogamento; castigo que se converteu na forma de martírio mais comum entre os anabatistas e para o qual chamaram, de o «terceiro batismo». E, além disso, convocaram às autoridades de toda a Europa para «caçá-los e a prendê-los». Grebel fugiu junto com outros irmãos, e morreu de peste em 1526, depois de pregar o evangelho em outras cidades da Suíça. Félix Manz foi preso por Zwinglio e as autoridades de Zurich, amarados e lançados nas frias águas do rio Limmat, que corre pelo centro da cidade.
A perseguição contra os anabatistas se prorrompeu com uma crueldade inusitada por toda a Europa, tanto nos países católicos como protestantes. Milhares de homens e mulheres foram afogados, enterrados vivos, e queimados.
Constituíram-se corporações especiais de polícia para buscá-los, chamados Täuferjäger (caçadores de anabatistas). Os filhos dos mártires eram arrancados das suas famílias e entregues às famílias de grupos eclesiásticos oficialmente reconhecidos. Em todas as partes a perseguição dos anabatistas se converteu em uma política de estado.
Ensinos e práticas
Devido à precoce morte dos seus líderes mais destacados, os anabatistas nunca chegaram a escrever uma exposição detalhada e sistemática dos seus ensinos. Na verdade, tampouco desejavam criar um sistema de doutrina acabado e excludente. E, além disso, nunca chegaram a constituir um movimento organizado. Por este motivo, costumam reunir sob o rótulo de anabatistas grupos com interesses e crenças muito distintas e inclusive opostas.
Em geral, são reconhecidos três grandes ramos: «os anabatistas propriamente ditos», «os espirituais», e «os racionalistas anti-trinitarios» – embora, os seus perseguidores não os distinguiam e consideravam a todos como uma só coisa.
Dentre eles, os que nos interessa neste artigo são os primeiros. Estes adotaram com simplicidade as doutrinas cristãs históricas tais como a Trindade e as duas naturezas de Cristo (completamente divino e completamente humano), sem nenhum interesse especulativo ulterior. Da mesma forma que Zwinglio, Lutero e Calvino, criam na salvação somente pela graça, por meio da fé e sem obras meritórias, a autoridade final das Escrituras e o sacerdócio de todos os crentes. Mas divergiam deles quanto a sua prática e aplicação.
Com respeito à salvação, a par da justificação pela fé, enfatizavam a regeneração interior e uma vida posterior de verdadeira transformação como evidência dela. Do mesmo modo, davam especial ênfase à responsabilidade pessoal e à conversão individual. Não aceitavam o batismo de meninos, ao que considerava ineficaz, pois, diziam, somente aqueles que se converteram de maneira responsável e consciente podem receber o batismo como sinal dessa conversão. E também, praticavam de modo real o sacerdócio de todos os crentes, pois as suas reuniões eram abertas à participação de todos os irmãos e irmãs, enquanto que os seus pastores e pregadores surgiam dentre os próprios irmãos, muitas vezes, sem nenhuma preparação formal. Além disso, praticavam uma intensa vida de comunhão entre si, partindo o pão e orando juntos pelas casas.
Na verdade, desejavam formar igrejas de crentes segundo o modelo do Novo Testamento, em oposição às «igrejas estatais», onde era impossível distinguir entre crentes falsos e verdadeiros.
Por outro lado, rejeitavam as perseguições por motivos religiosos e as guerras associadas a elas. Foram convencidos pacificadores em uma era onde o ódio e a intolerância parecia ser a norma. Deve-se, pelo mesmo motivo, rejeitar a conhecida tese de que as crueldades da cristandade do seu tempo se explicam pelo «espírito da época». Os irmãos deixaram muito claros, para qualquer que queria escutá-los, que o verdadeiro espírito do evangelho é muito distinto. E é necessário afirmar que tanto Lutero, como Zwinglio, Calvino e outros líderes da Reforma conheciam muito bem os seus ensinos. No entanto, pelo que parece não lhes afetaram muito.
Baltasar Hubmaier
Grande parte dos principais ensinos dos irmãos foram desenvolvidos e expostos, depois da morte de Grebel e Manz, por Baltasar Hubmaier, que se converteu em uns dos líderes mais importantes e influentes na história dos irmãos. Hubmaier tinha sido um erudito católico influente e reconhecido em toda a Europa. A sua conversão ao protestantismo foi considerada como um grande triunfo para a causa reformada. Era amigo de Erasmo e coincidia com os pacíficos e amáveis ideais cristãos do famoso humanista. Com respeito aos «caçadores de hereges», tanto católicos como protestantes, escreveu: «Os inquisidores são piores que todos os hereges, porque, contrariando a doutrina e o exemplo de Jesus, condenam os hereges à fogueira... Porque Cristo não veio para mutilar, matar, ou queimar, mas sim para que as pessoas vivam com abundância».
Depois da sua conversão, em 1522, foi obrigado a deixar o seu cargo de vice-reitor da universidade católica de Regensburg, Alemanha. Dali se mudou para Waldshut, perto de Zurich, na Suíça, para se encarregar de uma recém nascida congregação protestante. Não se sabe bem como entrou em contato com as idéias anabatistas, mas é provável que fosse através dos irmãos associados com Grebel e Manz. Em 1525, começou a pregar em oposição ao batismo infantil e pouco depois levou cerca de 300 pessoas da congregação em Waldshut a batizar-se, em um domingo de Páscoa.
A partir dali, começou uma discussão violenta com Zwinglio, defendendo a causa anabatista. Mas quando a polícia do imperador apareceu em Waldshut, viu-se obrigado a fugir para Zurich, onde foi detido rapidamente por Zwinglio e seu grupo. Depois de um tempo na prisão, debateu publicamente com Zwinglio em um precário estado de saúde e foi esmagado facilmente por seu robusto oponente. Logo depois, por último o mandou torturar para conseguir a sua retratação. Hubmaier cedeu sob a tortura, assinou a retratação requerida, e foi posto em liberdade. No entanto, imediatamente se arrependeu com amargura de sua fraqueza e temor. Fugiu para a Morávia, onde continuou a sua obra.
Ali se converteram e foram batizadas mais de 6.000 pessoas como fruto do seu ministério.
Finalmente, em 1527, os Täufer-jäger do imperador o capturaram e o levou preso para Viena para ser julgado e executado. Foi queimado publicamente na praça do mercado, e enquanto as chamas envolviam o seu corpo, o escutaram repetir várias vezes, «Jesus; Jesus!», antes que o fogo silenciasse para sempre a sua voz neste mundo. Três dias depois, a sua valente esposa foi jogada de uma ponte nas escuras águas do rio Danúbio, com uma pesada pedra atada ao pescoço.
Hubmaier, da mesma forma que todos os anabatistas, foi acusado de rejeitar toda forma de governo e ainda a própria existência do estado. No entanto, ele negava esta acusação, afirmando que era necessário obedecer aos príncipes e governadores enquanto isso não exija desobedecer a Palavra de Deus. O que na verdade rejeitava é a união da igreja e o estado, ao mesmo tempo que defendia a liberdade de consciência.
Johanes Denck
Outro líder importante durante os primeiros dias dos irmãos foi Johanes Denck, que em Basel tinha entrado em contato com Erasmo e criado uma amizade com o grupo de destacados eruditos que se reuniam em torno dele. Em seguida foi professor em uma das escolas mais importantes de Nüremberg, cidade onde o jovem luterano Ossiander levava adiante a Reforma.
Denck se desiludiu profundamente dela, ao observar que muitos dos que se diziam nominalmente «justificados pela fé» não mostravam nenhuma mudança real em suas vidas, e muito menos uma conduta santa. Para ele, isto não era senão o sinal de uma séria carência no evangelho que estava sendo pregado. Ossiander o denunciou aos magistrados da cidade e estes o ameaçaram a abandoná-lo, sem lhe permitir uma defesa pública de sua fé, alegando que era muito hábil e ardiloso na apresentação dos seus «enganos». Denck se despediu de sua família e partiu para uma vida de desterro errante até o fim dos seus dias.
Onde quer que fosse, foi seguido pela calúnia e pela difamação. Os seus inimigos lhe atribuíam toda classe de doutrinas perversas e diziam para evitá-lo como a um homem extremamente perigoso. Apesar de toda aquela violenta difamação, muitas vezes escrita, Denck jamais pagou na mesma moeda em seus escritos. Não se percebe neles nenhum sinal de amargura ou rancor para quem o caluniava.
Mesmo em um tempo de especial pressão contra ele, escreveu a respeito deles: «Aflige-me o coração o estar em desunião com muitos dos quais, de outra maneira, não posso considerar senão como meus irmãos, porque adoram ao mesmo Deus que eu adoro, e honram ao Pai que eu honro. Por conseguinte, se Deus o quiser e até onde seja possível, não farei de meu irmão um adversário, tampouco do meu Pai um juiz, mas, enquanto estou no caminho, estarei reconciliado com todos os meus adversários».
Esta admirável declaração expressa muito bem a atitude com a qual milhares de irmãos enfrentaram a perseguição e inclusive o martírio durante aqueles dias, deixando detrás de si um perdurável testemunho do verdadeiro espírito do Senhor Jesus Cristo e seu evangelho.
Denck cumpriu até o fim com este propósito. De Nüremberg passou a Augsburgo, onde conheceu a Hubmaier e foi batizado, ligando-se assim com os irmãos anabatistas. Depois de um tempo de ministério ali, a obra cresceu rapidamente, mas teve que fugir novamente e procurar refúgio em Estraburgo, onde existia uma importante assembléia de irmãos batizados. Nessa cidade os líderes do partido protestante eram Capito e Bucer. O primeiro simpatizava com os irmãos e tinha esperanças de chegar a um entendimento com eles. No entanto, Bucer receava a sua influência e solicitou aos magistrados que expulsassem a Denck.
Obrigado pela situação, partiu para Worms, onde se deu à tarefa de traduzir e imprimir os Profetas Maiores e Menores. Voltou novamente para Augsburgo para uma conferência de irmãos vindos de vários distritos. Ali se opôs decididamente a aqueles que se inclinavam ao uso da força contra quem os perseguia. A chamou, «a conferência dos mártires», devido ao grande número de participantes que mais tarde selaram a sua vida com o martírio.
Finalmente, em 1527, depois de ir de uma parte para outra, açoitado e rejeitado, e após passar por muitas aflições e necessidades, Denck chegou a Basel com a sua saúde debilitada. Ali voltou a encontrar-se com os velhos amigos da sua juventude. O compassivo reformador Ecolampadio o encontrou quase moribundo e o acolheu em sua casa, onde pouco tempo depois morreu, finalmente em descanso e em paz.
Pouco antes de morrer, escreveu: «Deus sabe que não procuro outro fruto, exceto o que realmente muitos, com um coração e uma alma, glorifiquem ao Pai de Nosso Senhor Jesus Cristo, sejam ou não circuncidados e batizados. Porque penso de um modo muito distinto daqueles que unem o Reino de Deus excessivamente a cerimônias e elementos deste mundo, quaisquer que eles sejam». Naqueles dias de escassa tolerância, afirmou: «Em assuntos de fé, todos deveriam ser livres para atuar voluntariamente e por própria convicção».

quinta-feira, julho 07, 2011


CUIDADO COM O QUE SEU FILHO VÊ NA TV

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Desde de pequeno eu via coisas estranhas.... Mto estranhas na tv....

* O Tarzan corria pelado...
* Cinderela chegava em casa meia noite...
* Aladim era ladrão...
* Batman dirigia a 320 km/h ...
* Pinocchio mentia...
* Salsicha (Scooby-Do) tinha voz de maconheiro, via fantasma e conversava com o cachorro...
* Zé Colméia e Catatau eram cleptomaníacos e roubavam cestas de pic-nic...
* Branca de Neve morava na boa com 7 homens (anões)...
* Olívia Palito tinha bulimia;
* Popeye fumava um matinho suspeito!!!
* Pac Man corria em uma sala escura com musica eletrônica comendo pílulas que o deixam ligadão;
* Super Homem loucão, colocava cueca por cima da calça;
* A Margarida namorava o Pato Donald e saía com o Gastão;

Olha os exemplos que eu tive!

Por isso que numa fase da vida desandei legal...
"Instrua a criança segundo os objetivos que você tem para ela, e mesmo com o passar dos anos não se desviará dele". (Pv. 22.6)

MARINA SILVA DESFILIA-SE DO PV

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                         Marina Silva e o senador Ricardo Young, na tarde desta quinta, em São Paulo (Foto: Eduardo Carvalho/G1)
                              Marina Silva e o senador Ricardo Young,
                                        na tarde desta quinta, em SP (foto:Eduardo Carvalho



A ex-senadora Marina Silva anunciou, nesta quinta-feira (7), a desfiliação do Partido Verde no evento "Encontro por uma nova política", realizado na Zona Oeste de São Paulo, e a criação de um movimento, ainda sem nome, para discutir política. O evento reuniu aliados da ex-ministra do Meio Ambiente.
Segundo o deputado federal Alfredo Sirkis, o movimento terá como lema o tema "verde e cidadania".
"Não é hora de ser pragmático, é hora de ser sonhático e de agir pelos nossos sonhos", disse, em discurso. A íntegra do discurso foi publicada no blog da ex-senadora, assim como a carta de desfiliação, assinada por outras 15 pessoas.



Bombeiros encontram segundo corpo em deslizamento em SP

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Equipes de busca tentam localizar vítimas de deslizamento na Zona Sul (Foto: Epitácio Pessoa/ AE)
                              Equipes de busca tentam localizar vítimas (foto:Epitácio Pessoa)

O Corpo de Bombeiros encontrou na tarde desta quinta-feira (7) mais uma das vítimas do deslizamento de terra ocorrido durante a manhã na Rua da Saúde, no Jardim Mata Virgem, Cidade Ademar, Zona Sul de São Paulo. O corpo de um menino de 3 anos foi localizado em um cômodo de uma residência apontada pelos cães farejadores.
"Havia uma quantidade muito grande de escombros e terra no local", disse o capitão Valdir Pavão, do Corpo de Bombeiros. A criança foi retirada já sem vida debaixo da terra.

A tia do garoto de 3 anos disse que a mãe do menino está sob efeito de medicamentos.


"A gente deu remédio para ela porque está muito abalada. O filho era tudo para ela", afirmou Rosimeire Jorge Ramos, de 38 anos. De acordo com ela, a mãe do menino tem medo de morar em área de encosta. "Ela tinha [medo] porque esse barranco é um perigo. Eles estavam procurando casas, mas ela tem cinco filhos então é dificil de achar", afirmou.
Além da criança, uma outra jovem morreu após o acidente. O fresador José Roberto Sanchez, de 53 anos, tio da jovem que morreu contou que a menina estava morando com o namorado e estava grávida. A familia estava preocupada por causa do local em que ela estava vivendo.


Dois adolescentes com ferimentos leves também foram resgatados. Rosimeire também é tia de um deles. De acordo com ela, ele já deixou o hospital e teve apenas ferimentos nas pernas.
A Prefeitura de São Paulo realiza uma obra de urbanização no bairro, que fica próximo da Avenida Alda, no limite com Diadema, no ABC.
Segundo o tenente-coronel Roberto Rensi, os bombeiros suspenderam os trabalhos na área onde houve o deslizamento. Eles só serão retomados se houver relato de pessoas desaparecidas feito por parentes.
Pavão disse que 50 moradias foram interditadas. O acidente afetou com gravidade pelo menos nove moradias. Por precaução, o Corpo de Bombeiros também isolou uma área de 1,2 mil metros quadrados em torno do deslizamento. A área atingida pela terra alcança cerca de 7 mil metros quadrados.


Protesto
O secretário municipal de Habitação de São Paulo, Ricardo Pereira Leite, visitou nesta quinta-feira (7) o local do acidente e disse que moradores resistiram a deixar o local.  O planejamento da obra identificou a necessidade de remoção de 500 das 2 mil famílias que vivem no bairro. Deste total, 422 famílias foram retiradas até esta quinta-feira e estão recebendo auxílio-aluguel. Outras 78 permaneciam no local até momentos antes do acidente.


"Falta remover algumas famílias. Esse processo estava sendo realizado. Mas algumas pessoas têm dificuldade para deixar seu local de moradia", disse o secretário.


Questionado se a obra pode ter provocado o deslizamento, Pereira Leite afirmou que o risco “é inerente” ao terreno. “ A obra estava sendo feita para eliminar o risco existente. A obra não foi concluída. Quando ela for, eliminará completamente o risco. O que houve foi um deslizamento de terra em um local onde uma obra estava sendo feita."


Moradores gritaram no momento em que o secretário deixava o local do acidente. "Só aparece aqui agora?", questionaram os manifestantes.


O mecânico Fernando de Jesus, de 38 anos, pai do menino encontrado morto, confirmou que a Prefeitura solicitou a retirada do imóvel. Ele disse que a Prefeitura o procurou, mas ele não foi informado do risco.


"Ofereceram uma indenização, mas com o dinheiro não tinha condição de comprar nem um barraco. O pessoal da Prefeitura disse que não haveria risco nenhum de desabar."


O coordenador do projeto de mananciais da Secretaria da Habitação, Ricardo Sampaio, negou que tivesse sido procurado pelos moradores. "Conosco, do programa de mananciais, ninguém compareceu. Se tivesse comparecido, teria sido verificado."

SUB-17 - BRASIL PERDE PARA O URUGUAI FICA FORA DA FINAL

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A seleção brasileira sub-17 pressionou, acertou o travessão e parou várias vezes nas mãos do goleiro Cubero, mas não conseguiu balançar a rede e está fora da final do mundial da categoria no México: o Uruguai venceu a garotada do técnico Émerson Ávila por 3 a 0 nesta quinta-feira, em Guadalajara, e se classificou para decidir o torneio pela primeira vez em sua história.
A final será no próximo domingo, às 20h (de Brasília), contra o vencedor de Alemanha x México, confronto que está sendo realizado neste momento no México. O Brasil, que lutava pelo quarto título da competição, disputará o terceiro lugar no domingo às 17h (de Brasília), na Cidade do México.

Marlon lamenta gol perdido pelo Brasil 
Marlon do Brasil lamenta gol do Uruguai no sub 17 (Foto: EFE)   
Jogadores do Uruguai vibram com a vitóriaElbio Alvarez comemora gol do Uruguai sub 17 (Foto: Getty Images)
Desfalcada do camisa 10 Adryan, meia do Flamengo que marcou três vezes no torneio e estava suspenso, a Seleção fez uma boa partida e criou muitas chances, mas o Uruguai contou com um dia inspirado do goleiro Cubero, responsável por parar o ataque brasileiro. Alvarez,  de pênalti aos 20 minutos do primeiro tempo, San Martin, aos 27 do segundo, e Mendez, já aos 50 da etapa final, marcaram para a Celeste.


RENATO GAÚCHO É O NOVO TÉCNICO DO ATLÉTICO PARANAENSE

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   . Foto: Elaine Cristina Felchacka e Cia Ltda - Especial para o Terra




Renato Gaúcho foi apresentado na tarde desta quinta-feira e logo após a coletiva de imprensa seguiu para o CT do Caju para ter a primeira reunião com o elenco do Atlético-PR.
Aposta alta da diretoria atleticana, Renato optou pela sinceridade na primeira entrevista, repetindo algumas vezes que não poderá fazer milagres. Mesmo assim, ele acredita que o time vai escapar do rebaixamento. O Atlético é o lanterna do Campeonato Brasileiro, com apenas um ponto em oito jogos.
"não Vou consertar tudo da noite para o dia. Eu confio no meu trabalho. Sei que este grupo vai voltar a jogar, mas não vai ser da noite para o dia, então muita calma", pediu o treinador.
E a receita para tirar o time rubro-negro da situação delicada é trabalhar da maneira mais simples possível e resgatar a confiança do elenco que ainda não conseguiu vencer uma partida na Série A.
"Não pode inventar. Você não começa uma casa pelo teto, começa pelo assoalho. O primeiro objetivo é tirar o Atlético desta situação, ganhar fôlego. Os jogadores precisam ganhar confiança e vai ser degrau a degrau", reforçou o novo treinador.

O NEGRO DO AVIVAMENTO DA RUA AZUZA,312 - EM LOS ANGELES

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   WILLIAM JOSEPH SEYMOUR: Filho de ex-escravos católicos, converteu-se à Igreja Batista durante sua adolescência. Em 1895, com 25 anos, mudou-se para Indianápolis onde inicialmente exercia a função de garçom e posteriormente de representante comercial. Em Indianápolis frequentava a Igreja Metodista Episcopal, uma igreja predominantemente negra.
Em 1905, mudou-se para Houston, onde passou a frequentar a recém-formada escola bíblica de Charles Fox Parham em uma cadeira colocada no corredor, por ser negro. Foi aí que aprendeu as doutrinas do movimento Holiness e desenvolveu a crença em glossolalia (mais conhecido como dom de línguas) como prova do batismo com o Espírito Santo. Seymour mudou-se depois para Los Angeles, onde passou a exercer o pastorado em uma igreja da metrópole nascente. No entanto, não foi bem aceite ao começar a pregar a mensagem de reavivamento e batismo no Espírito Santo, e foi expulso da paróquia.
Na procura de um lugar para continuar seu trabalho, ele fundou sua própria igreja num templo abandonado da Igreja Metodista Africana em Los Angeles, localizada na Azusa Street (Rua Azusa) no. 312. O resultado foi o Reavivamento da Rua Azusa. Seymour não só derrubou a existência de barreiras raciais em favor da "unidade em Cristo", mas também rejeitou barreiras às mulheres em qualquer forma de liderança de uma igreja. O reavivamento liderado por Willian Seymour virou notícia rapidamente, e em 18 de abril de 1906 o jornal Los Angeles Timespublicou uma extensa matéria sobre o movimento, denunciando uma nova "seita", onde fundamentalistas compostos em maior parte por negros e imigrantes pobres que se dizendo movidos pelo Espirito Santo de Deus se manifestavam em línguas estranhas, denominadoglossolalia, e também a pregação de curas e milagres.
Esse processo de renovação decorreu de 1906 a 1909, e se tornou objeto de investigação por muitos protestantes da época. Alguns diziam que as visões de Seymour eram heréticas, onde outros aceitaram seus ensinamentos e retornaram às suas congregações para repassá-las. O movimento resultante tornou-se conhecido como "Pentecostalismo", uma referência à manifestação do batismo com o Espírito Santo que ocorreu pela primeira vez no dia de Pentecostes (Atos cap. 2). Los Angeles foi o berço pentecostal italo-americano, e deu origem, em todo o mundo, à maior parte das denominações pentecostais existentes.

quarta-feira, julho 06, 2011


PRÊMIO DA MEGA SENA CONTEMPLA MANDAGUARI-PR.

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Uma aposta da cidade de Mandaguari, no Paraná, acertou as seis dezenas do concurso 1.298 da Mega-Sena, que foram sorteadas nesta quarta-feira (6). De acordo com a Caixa Econômica Federal, o dono do bilhete - ou donos, em caso de bolão - vai receber um prêmio de R$ 9.047.534,60.
Os números sorteados foram: 14 – 15 – 30 – 53 – 55 – 60
De acordo com a Caixa Econômica Federal, 38 bilhetes acertaram cinco números e vão receber, cada um, R$ 48.940,41. Outras 4.046 apostas acertaram quatro números e vão receber R$ 656,63.

PACIENTE INFARTADO EM MANDAGUARI FICA 3 DIAS A ESPERA DE UTI

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          É lamentável que diante do marketing que o governo faz exaltando o serviço de saúde, casos como o do amigo Aloisio Prisco(74) ainda aconteçam por aqui. Ele chegou infartado no pronto atendimento em Mandaguari, numa situação que estava visível a todos: precisava de procedimentos urgentes. Mas infelizmente a agilidade da saúde pública demorou tres dias. E a desculpa é sempre a inexistência de vaga nos leitos de UTI, que mentira! Como se a população não soubessem que as vagas de UTI existem, mas a máfia da sáude as reservam somente para casos especiais, daquelas pessoas que possuem cartão de crédito com limite de R$ 50.000,00 (cinquenta mil reais), quando a constituição nos reserva o direito a saúde... mas tudo isso já sabemos é só no papel.
         Infelizmente não havia vaga em UTI para o nosso amigo Aloisio Prisco em nenhum hospital do SUS. Mas com a intervenção impar do INSTITUTO PAI, na pessoa de seu Diretor Administrativo (Pastor Ademir Silva) e do vereador Marcos Alípio Costa que interferiram ameaçando acionar o Ministério Público, surgiu milagrosamente uma vaga em Ponta Grossa-Pr e em seguida uma outra vaga no Hospital João de Freitas em  Arapongas.Você percebe como são as coisas na saúde. E finalmente, após tres dias infartado no pronto atendimento de Mandaguari o paciente foi encaminhado para os procedimentos dignos no Hospital João de Freitas em Arapongas, agora pouco às 18:30 hs. (06/07/2011). Que Deus o abençõe o amigo Aloísio Prisco!!!
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